Apesar dos avanços conquistados, as disparidades entre homens e mulheres no mercado de trabalho continuam a ser uma realidade incontornável. Séculos de desigualdade perpetuaram uma tendência difícil de inverter e os números comprovam que a equidade ainda está longe de ser atingida.
A conclusão é de um estudo realizado no final do passado a cerca de 500 homens e mulheres até aos 45 anos que trabalham na área da saúde.
81% dos colaboradores acreditam que os CEO devem ser pessoalmente visíveis ao discutir políticas públicas e 60% gostariam que as empresas desempenhassem um papel mais ativo em temas como as mudanças climáticas, a desigualdade económica, a requalificação da força de trabalho e a injustiça racial, conclui estudo global.
Rebecca Henderson, professora da Harvard Business School, explica por que razão a pandemia pode incentivar as empresas a mudarem o seu propósito.









