“O mundo está cada vez mais igual”, dizia-me alguém há uns dias, quando falávamos de viagens. Sim e não, disse na altura, e reitero aqui por escrito.
A capacidade de combinar tecnologia, pessoas e adaptação será decisiva para responder a um ritmo de mudança sem precedentes, defenderam líderes empresariais no Change Summit 2026, que decorreu em Lisboa.
Quando se fala de crescimento, estratégia ou performance, a tendência é olhar para planos, objetivos e indicadores. No entanto, há um fator muito mais determinante e frequentemente subestimado que define a velocidade a que uma empresa avança: a sua cultura.
A 25.ª edição da EXPO RH realiza-se nos dias 25 e 26 de março de 2026, no Centro de Congressos do Estoril, reunindo profissionais de recursos humanos, líderes e decisores para discutir os grandes desafios da gestão de pessoas.
Evento decorre no dia 17 de março, na Quinta da Pimenteira, em Lisboa, e irá reunir decisores, líderes de RH e especialistas para debater engagement, liderança, cultura organizacional e Inteligência Artificial.
Apadrinhado por entidades como o Turismo de Portugal, o Zambujal 360 traduz um modelo de desenvolvimento sustentável e inclusivo no bairro do Zambujal. As receitas de bilheteira do BOOST 2026, a 16 de janeiro, no Pavilhão de Portugal, revertem integralmente para o projeto, tornando cada inscrição um contributo para o seu futuro.
O CEO dos números e do crescimento está em vias de extinção, e o próximo ano vai acentuar esta transformação.
A propósito do Dia Mundial da Saúde Mental, a Nestlé Portugal promoveu, em parceria com a Workwell, o “Healthy Life Summit – Mental Health Matters”, um evento dedicado à partilha de boas práticas e à reflexão sobre como podem as empresas colocar as pessoas no centro das suas decisões.
Alfred Chandler, economista e professor em Harvard, sentenciou há umas décadas que “unless structure follows strategy, inefficiency results”. Henry Mintzberg, estudioso da gestão, que já decretou há um tempo a obsolescência do planeamento estratégico, reforçou com a citação que dá título a esta reflexão.
No meu último artigo escrevi sobre a solidão e a saúde mental na liderança — sobre o peso invisível que acompanha quem carrega responsabilidades no topo. Esse peso não desaparece, mas pode ser melhor gerido. E um dos caminhos mais simples, e ao mesmo tempo mais difíceis de seguir, é o de parar.
A partir de agora todos os colaboradores da Zurich Portugal podem levar os seus cães para a sede em Lisboa. A iniciativa pretende promover o bem-estar e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, ao mesmo tempo que reforça a cultura pet friendly da seguradora.
O regresso após o merecido período de férias é, para mim, um momento de reflexão. É nesta fase que revejo objetivos, é tempo para repensar em estratégias e, acima de tudo, volto a centrar-me no essencial: aquilo que quero construir, transformar e quem quero impactar.

















