Dez empresas serão distinguidas, pela primeira vez, pelas suas políticas de apoio à fertilidade e à parentalidade. O novo Selo +Fertilidade pretende criar uma referência nacional de boas práticas empresariais numa altura em que o país enfrenta uma quebra persistente da natalidade.
Estudo da Magma Studio revela diferenças nas expectativas salariais dos jovens e mostra que Portugal continua a ser o destino preferencial para iniciar carreira. Google, Microsoft e Deloitte lideram o ranking das empresas mais atrativas para estudantes universitários e recém-diplomados.
Entrevista/ “A energia deixou de ser uma rubrica administrativa para passar a ser uma alavanca de competitividade”
“Muitas empresas continuam a tratar a energia como um custo passivo e renegociam de dois em dois anos, normalmente em pânico, quando o contrato expira”, afirma Pedro Miranda, cofundador da Youdera, que ajuda as organizações a reduzirem o custo e o risco energético sem investirem capital próprio.
Salário, benefícios e equilíbrio entre vida profissional e pessoal são os fatores que mais pesam na escolha de um empregador em Portugal, segundo o Randstad Employer Brand Research 2026. O estudo revela ainda um desfasamento entre as prioridades dos trabalhadores e a avaliação que fazem das empresas onde trabalham.
Criadora do Método DSF – Desbloqueio Sistémico Financeiro, Regina Marques defende que os resultados de um negócio não dependem apenas da estratégia ou dos números, mas também da forma como quem lidera pensa, decide e se posiciona perante o crescimento. Nesta entrevista, fala sobre liderança, prosperidade financeira e os padrões invisíveis que, muitas vezes, determinam o sucesso ou os limites de empresas e empreendedores.
A empresa procura reforçar equipas nas áreas de vendas, liderança, logística e finanças, apostando em perfis que queiram transformar a paixão pelo desporto numa carreira com perspetivas de crescimento.
A Hays identifica uma nova tendência no mercado de trabalho português, o “Quiet Thriving”, fenómeno em que os colaboradores optam por crescer dentro das suas empresas, assumir novos desafios e reforçar o seu envolvimento profissional.
Enquanto gestores e líderes gerimos com foco em objetivos, em acrescentar valor e fazer crescer as organizações. “Não tiramos os olhos da bola”. Mas será que fazemos o mesmo com as nossas carreiras?
Na recente viagem ao Japão vi de perto a realidade outrora só de boca a boca ou em séries de Tv ou filmes, do especialista (ou direi mesmo do artífice) que depois de décadas aprimorou a técnica até ser mestre. Ele é cozinheiro, artesão, professor, vendedor... É, e sempre foi. Ele é, em muito, aquilo que faz. E a sua identidade mistura-se na identidade da profissão.
O cenário empresarial atual é marcado por desafios e oportunidades que reforçam um novo imperativo ético: gerir transições de forma responsável, colocando o impacto humano, social e ambiental no centro das decisões estratégicas.
Start-up portuguesa lança plataforma que agrega mais de 2.400 vagas em start-ups com financiamento de capital de risco.
“O que queres ser quando fores grande?”. Desde tenra idade, somos desafiados a pensar sobre o nosso propósito profissional, no mesmo “pacote” de “como te chamas?” e “quantos anos tens?”.
















