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Empresas e Start-Ups

Das batatas à I.A.: ser versátil ao invés de ser perfeito

Vivemos num mundo que tende a premiar o especialista. Ou o que é perfeito. Veja-se a fruta. Não pode ter manchas nem marcas. Tem de ser perfeita. A desgraça que seria se o mesmo chegasse às batatas em sacos antes de serem fritas (já nesse ponto de servir tudo se iguala: quem não procura a batata perfeita no prato?).

Entrevista/ “O turismo de luxo vai ser cada vez mais sobre autenticidade e sustentabilidade”

No Farol Hotel, cada detalhe conta: do design arrojado à hospitalidade personalizada, tudo é pensado para criar experiências memoráveis. Nuno Nunes, diretor-geral, explica como a combinação de autenticidade, inovação e ligação à tradição de Cascais tornou o hotel num ícone do turismo de luxo em Portugal.
Foto: Adulai Bary

Repensar a Lusofonia: E se geríssemos os nossos países como start-ups?

A política tradicional falha em dar respostas. E se a solução para as crises no mundo lusófono viesse de um sítio inesperado? Neste artigo, defendo que devemos gerir os nossos países como start-ups: com agilidade, foco no cidadão e coragem para inovar.

Inteligência Artificial: incentivos para acelerar as PME

A transformação digital é uma obrigação estratégica para a competitividade das empresas portuguesas. Neste sentido, a inteligência artificial (IA) destaca-se como um vetor fundamental de inovação, capaz de reconfigurar processos, gerar eficiências e abrir novas oportunidades de negócio.
Foto: Teresa Damásio, administradora do Grupo Ensinus

A importância de criarmos currículos mais empáticos: É hora do “Klassen Tid”

Vivemos um tempo em que muito se discute a relevância de determinadas disciplinas no currículo escolar, nomeadamente a Cidadania. No entanto, hoje quero levantar um ponto que, na minha perspetiva enquanto líder na área da educação, é ainda mais urgente e transformador: a importância de trabalharmos, desde cedo, a empatia de forma transversal no currículo escolar.

Estão a ver-te. À espera que caias.

Não te iludas. Há sempre quem esteja a observar, à distância, à espera do teu fracasso. Não é inveja. Não é ódio. É simplesmente o comportamento humano de quem nunca teve coragem para arriscar.

Entrevista/ “No futuro próximo vamos assistir a uma maior integração entre empresas criativas e tecnológicas”

Tony Gonçalves construiu uma carreira entre os Estados Unidos e Portugal. Foi executivo da WarnerMedia, onde liderou o lançamento da HBO Max, e transformou a Otter Media num player global de destaque. Hoje, através da The Evrose Group e da produção do Tribeca Festival em Lisboa, quer provar que Portugal tem talento para competir nos maiores palcos internacionais.