Recebi um artigo publicado na BBC sobre como a Índia se transformou numa superpotência de batata frita. Produz, hoje, cerca de 60 milhões de toneladas de muitas variedades de semente, que, depois de preparadas, são em grande parte canalizadas para o consumo doméstico e em valor crescente, de ano para ano, para exportação para muitos países da Ásia, sendo os mais relevantes Filipinas, Tailândia e Indonésia, entre outros.
Empresas e Start-Ups
Centros estratégicos de crescimento e inovação económica, são as maiores companhias no Mundo.
Vivemos um momento de mudança profunda. A Inteligência Artificial, associada a outras tecnologias emergentes, está a transformar de forma acelerada o mundo do trabalho e a sociedade em geral.
O verão chegou e, com ele, regressa a vontade de abrandar e de usufruir do ar livre. As férias são, para muitos de nós, o momento do ano em que contactamos mais intensamente com a natureza, seja num mergulho refrescante ou numa caminhada por trilhos rodeados de árvores.
Num ciberespaço cada vez mais complexo, caracterizado por incertezas geopolíticas, desigualdade cibernética e ameaças sofisticadas, os líderes empresariais devem adotar uma mentalidade que coloque a segurança em primeiro lugar nas suas prioridades. A sugestão é do Fórum Económico Mundial.
Entrevista/ “A cibersegurança não é um custo; é sim, um investimento na continuidade e na (boa) reputação do negócio”
"A preocupação da sociedade é legítima: a segurança digital hoje é tão crítica quanto a segurança física", alerta Bruno Castro, fundador e CEO da VisionWare.
Setembro e, para muitos, julho ou agosto, marcam uma espécie de "reset" natural. Paramos, descansamos (ou tentamos), olhamos com mais distância para o trabalho e para a forma como o vivemos. E quando regressamos, temos uma escolha a fazer: voltamos à rotina ou aproveitamos o momento para recomeçar com intenção?
Chamo-me Pedro, é uma realidade, mas, infelizmente, e cada vez menos, não é por esse nome que sou conhecido. O pior é que não é só comigo que isso acontece. Todos estamos a ser vítimas desta situação, até o Papa acreditem!
Entrevista/ “A silly season pode ser também um período estratégico para reforçar a autonomia e a confiança nas equipas”
"Um dos erros mais comuns é não planear com antecedência as ausências e sobrecarregar os colaboradores que permanecem a trabalhar, sem o devido reconhecimento ou suporte", alerta Ana Correia, Human Resources & Employer Branding Lead da Zühlke Portugal, a propósito dos desafios que as empresas enfrentam no período de férias.
Certas palavras chegam já gastas, como moedas que passaram por demasiadas mãos. “Sinergia”, “disruptivo”, “transformação”, “holistico”, “impacto”. Pronunciamo-las sem pensar, automaticamente, como quem diz “bom dia” - sem desejar realmente que o dia seja bom - ou pergunta “tudo bem?” - sem realmente se interessar pela resposta. São palavras que perderam peso, que flutuam em vez de pousar.
Esta semana ouvi um podcast que recomendo vivamente. Uma das coisas que me chamou a atenção foi a ligação entre o “ócio” e o “negócio”. Dei por mim a pensar que o “negócio” pode ser a negação do “ócio”. Mas também constatei que muitas vezes planeamos o “ócio” como se fosse um “negócio”.
Com a chegada das férias, é natural desejar se desligar das obrigações profissionais e aproveitar o tempo com a família ou amigos — de preferência, longe das preocupações do trabalho. Ao retornar, é comum querer compartilhar com os colegas os bons momentos vividos.












