Vivemos um momento de inflexão histórica em que o avanço da inteligência artificial, da robótica e da automação está a remodelar radicalmente a forma como trabalhamos, produzimos e nos relacionamos.
Empresas e Start-Ups
No Farol Hotel, cada detalhe conta: do design arrojado à hospitalidade personalizada, tudo é pensado para criar experiências memoráveis. Nuno Nunes, diretor-geral, explica como a combinação de autenticidade, inovação e ligação à tradição de Cascais tornou o hotel num ícone do turismo de luxo em Portugal.
A política tradicional falha em dar respostas. E se a solução para as crises no mundo lusófono viesse de um sítio inesperado? Neste artigo, defendo que devemos gerir os nossos países como start-ups: com agilidade, foco no cidadão e coragem para inovar.
A transformação digital é uma obrigação estratégica para a competitividade das empresas portuguesas. Neste sentido, a inteligência artificial (IA) destaca-se como um vetor fundamental de inovação, capaz de reconfigurar processos, gerar eficiências e abrir novas oportunidades de negócio.
Vivemos um tempo em que muito se discute a relevância de determinadas disciplinas no currículo escolar, nomeadamente a Cidadania. No entanto, hoje quero levantar um ponto que, na minha perspetiva enquanto líder na área da educação, é ainda mais urgente e transformador: a importância de trabalharmos, desde cedo, a empatia de forma transversal no currículo escolar.
Ao celebrar a sua primeira década de atividade, a José Maria da Fonseca Distribuição afirma-se como um caso de sucesso no setor vinícola, registando um crescimento médio anual de 9% e ultrapassando os 20 milhões de euros em faturação em 2024.
Não te iludas. Há sempre quem esteja a observar, à distância, à espera do teu fracasso. Não é inveja. Não é ódio. É simplesmente o comportamento humano de quem nunca teve coragem para arriscar.
Ninguém me contou isto no início da minha jornada profissional: liderar consome. Se não aprendermos a gerir a nossa energia, o corpo e a mente acabarão por cobrar o preço. E um preço bem caro!
Entrevista/ “No futuro próximo vamos assistir a uma maior integração entre empresas criativas e tecnológicas”
Tony Gonçalves construiu uma carreira entre os Estados Unidos e Portugal. Foi executivo da WarnerMedia, onde liderou o lançamento da HBO Max, e transformou a Otter Media num player global de destaque. Hoje, através da The Evrose Group e da produção do Tribeca Festival em Lisboa, quer provar que Portugal tem talento para competir nos maiores palcos internacionais.
O setor farmacêutico está no centro da revolução digital da saúde, criando um terreno fértil para empreendedores que desenvolvem soluções tecnológicas inovadoras.
Entendamos “empreender” de um ângulo diferente e aqui assumido como o permanente exercício de decisão, nem sempre com variáveis controladas. Lançar um negócio, investir recursos, formar equipas, definir preços e margens, ou mesmo abandonar um produto/serviço, são decisões com impacto elevado, frequentemente tomadas com informação incompleta e sob pressão.
Entrevista/ “A sustentabilidade não é um tema novo, mas continua a representar um desafio nos dias de hoje”
"A Lipor tem hoje um volume de negócios à volta dos 50 milhões, ativos superiores a 110 milhões de euros, emprega cerca de 250 colaboradores diretos e cerca de 150 indiretos, trabalha em 20 países e espera investir cerca de 500 milhões em novas fábricas até 2035", revela Fernando Leite, administrador-delegado da Lipor, que recebeu o Prémio Aluno Notável 2025 da AESE Business School.












