Alfred Chandler, economista e professor em Harvard, sentenciou há umas décadas que “unless structure follows strategy, inefficiency results”. Henry Mintzberg, estudioso da gestão, que já decretou há um tempo a obsolescência do planeamento estratégico, reforçou com a citação que dá título a esta reflexão.
Empresas e Start-Ups
Há uns anos, falar de automação era sinónimo de scripts, fluxos e regras rígidas para tarefas repetitivas. O objetivo era garantir previsibilidade e eficiência, mantendo sempre as decisões mais importantes nas mãos das pessoas.
Nos últimos anos, a saúde digital passou de promessa longínqua a realidade tangível. Start-ups surgem com soluções para doenças crónicas, saúde mental, ou gestão terapêutica personalizada.
Estamos a assistir ao nascimento de uma nova geração de empresas. PME que não apenas utilizam inteligência artificial, elas nascem com ela no seu ADN.
Uma das armadilhas mais perigosas para quem lidera é também uma das mais invisíveis: o ego. Não falo daquele ego saudável que nos dá confiança e energia para liderar, mas sim do ego cheio, alimentado pelo poder, pelos aplausos e, muitas vezes, pela solidão no topo.
Para Hugo Lourenço, organizador do Management Summit 2025, os modelos de gestão tradicionais bloqueiam a inovação e o talento. No evento, que decorre a 23 e 24 de setembro, líderes e equipas vão aprender a colocar as pessoas no centro das decisões, a simplificar processos e a adotar ferramentas práticas para transformar mentalidades e gerar valor real nas organizações.
Vivemos um momento em que a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar um agente de transformação profunda.
A história da humanidade tem sido marcada por ciclos de poder, desigualdade, inovação e colapso. Do apogeu dos impérios clássicos ao advento das revoluções industriais, sempre houve momentos em que o progresso tecnológico e económico foi acompanhado por profundas assimetrias sociais.
A start-up portuguesa venceu a edição nacional da Startup World Cup 2025 e prepara-se para competir em Silicon Valley, com mais de 70 empresas de todo o mundo. Para Ricardo Morgado, cofundador da LoopOS, este é um marco que reforça a ambição global da plataforma que já trabalha com clientes como Fnac, Auchan, Decathlon, MediaMarkt e Fidelidade.
No meu último artigo escrevi sobre a solidão e a saúde mental na liderança — sobre o peso invisível que acompanha quem carrega responsabilidades no topo. Esse peso não desaparece, mas pode ser melhor gerido. E um dos caminhos mais simples, e ao mesmo tempo mais difíceis de seguir, é o de parar.
O tempo é o de falar muito, escrever muito e ensinar muito sobre o que é liderança: “Quinze passos para liderar”, “As competências críticas da liderança”, “Os oito segredos mais escondidos”. O problema? A vida não é um manual. Na realidade, ninguém quer saber de ti ao ponto de carregar o peso das tuas escolhas, dos teus fracassos ou das tuas ambições. Ponto.
"O impacto que gostaríamos que o Fusion 2025 tivesse é o de elevar a qualidade do debate público sobre Inteligência Artificial em Portugal", afirma Bruno Tavares, Chief Technology Officer da Devoteam Portugal, empresa responsável pela realização da conferência que se realiza dia 18, em Lisboa.












