Educar e requalificar. Estas são metas a que se propõe a Brave Generation Academy, o novo projeto do empreendedor Tim Vieira.

Uma alternativa ao que existe no ensino, porque funciona de uma forma mais democratizada e financeiramente mais acessível para as famílias. Este é ponto de partida do novo projeto de formação Brave Generation Academy (BGA).

Trata-se de uma academia de ensino, com um programa estruturado no currículo nacional britânico, destinada a jovens a partir dos 13 anos, para estes aprofundarem as melhores maneiras de se prepararem para um mundo em constante mudança, e que proporciona à nova geração competências e autonomia para agir e realizar mudanças reais no mundo, refere o site oficial do projeto.

A Brave Generation Academy oferece um programa educacional adaptado aos objetivos e horários de cada aluno num formato de ensino híbrido. Os professores especializados apoiam os alunos na definição de metas e na implementação de estratégias para as alcançar. O modelo adotado junta o melhor de dois mundos, isto é, o uso de novas tecnologias como ferramenta de ensino (os conteúdos são lecionados on-line), e a flexibilidade de horários que agrada aos estudantes e às famílias.

Centrada no aluno, a metodologia da academia foi pensada para que o professor esteja disponível diariamente das 8 às 18 horas. Cada professor terá no máximo 12 alunos para garantir que cada um deles recebe a atenção que merece.

Atualmente estão em funcionamento os hubs Brave Generation Academy de Cascais I, Clube D. Carlos no Guincho, e em setembro estará também em Lisboa, Porto, Braga, Quinta da Marinha (Cascais II), Loulé e Lagos. Outra das apostas da Academia passa pela internacionalização do modelo. Para já está garantida a presença da BGA em Moçambique (Maputo) e na África do Sul (Bellville). Num futuro próximo a rede expandir-se-á para Angola, Gana e S. Tomé.

A criação da Brave Generation Academy resultou da experiência vivida pelo fundador Tim Vieira com os filhos durante a pandemia, o que o levou a pensar numa nova forma de ensinar e aprender.

“Os jovens lidam com as novas tecnologias e nas escolas não encontram isso, está tudo praticamente igual ao que se fazia no meu tempo de estudante. Para além disso estão agarrados a um horário rígido que mal lhes dá tempo para explorarem outras atividades. Se praticam alguma modalidade desportiva ou outra só a podem fazer ao final da tarde, chegam a casa esgotados, sem vontade para mais nada e é isto que queremos mudar e uma das grandes vantagens dos estudantes da BGA é a flexibilidade”, explicou Tim Vieira, para quem não restam dúvidas de que o modelo convencional de ensinar trava o conhecimento.

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