Alunos da 42 Portugal asseguram o primeiro emprego em 18 dias, assegura relatório
O Employability Report 2025 revela uma taxa de empregabilidade superior a 95%, contratação antes da conclusão do curso e forte satisfação dos empregadores.
O Employability Report 2025, da escola de programação 42 Portugal, revelou recentemente alguns dados relativos à taxa empregabilidade de 198 alunos que completaram o Common Core, entre janeiro e dezembro de 2025, nos campus de Lisboa e do Porto, e constatou que os finalistas da 42 Portugal chegam ao primeiro emprego na área de tecnologia numa mediana de apenas 18 dias.
Os principais resultados do Employability Report 2025 destacam também que dos 198 finalistas, apenas 7 ainda se encontram ativos na procura de emprego na área de programação, traduzindo-se numa taxa de empregabilidade de 95,8%.
Mais: 20% dos alunos foram contratados antes ou no próprio dia em que terminam o Common Core e 57,8% nos primeiros 30 dias; a procura é transversal a vários setores, na medida em que os alunos foram contratados por 57 empresas diferentes, distribuídas por 10 setores, incluindo tecnologia e software, serviços financeiros, energia, consultoria e indústria.
Conclui ainda que há uma forte conversão do Work Experience Internship, uma vez que, em 2025, foram os 95 participantes que realizaram o Work Experience Internship, etapa final do percurso da 42, com uma taxa de conversão para contratos formais de 54,7%.
Num contexto em que empresas de diferentes setores competem por talento tecnológico preparado para responder a desafios reais, os resultados apontam para uma forte ligação entre o modelo pedagógico da 42 e as necessidades atuais do mercado, refere o comunicado da escola.
Entre os pontos mais valorizados pelos empregadores estão a autonomia, a capacidade de aprendizagem, a adaptação rápida a novos contextos e a facilidade de integração em equipas.
Vanessa Zdanowski, CEO da 42 Portugal, sublinha que “estes resultados provam que o mercado reconhece e valoriza a diferença. Os nossos alunos completam em dois anos aquilo que leva cinco em universidades convencionais e, mais importante, conseguem competir pelas mesmas posições e salários. Isto não é acaso – é o resultado direto de um modelo que desenvolve, desde o primeiro dia, competências que as empresas realmente procuram: capacidade de aprender, adaptabilidade e resolução de problemas num ambiente exigente”. Conclui que “o mercado de trabalho deixou de medir o valor pelas horas na sala de aula e começou a medir pelas competências reais. A 42 é a prova de que isso funciona”.
O Employer Survey, realizado em março de 2026, recolheu respostas de 39 empresas empregadoras. Os resultados, incluídos no Employability Report, revelam uma satisfação global de 4,7 em 5 com a experiência de contratar talento da 42 Portugal. Além disso, 97% das empresas declararam intenção de voltar a contratar alunos da escola.







