Vivemos numa era empresarial onde a expressão "data-driven" é quase um mantra. Decisões estratégicas baseadas em dados, análises preditivas e inteligência artificial são o pilar da liderança moderna.
Criar produtos de tecnologia e start-ups não é apenas uma questão de inovação, código, financiamento e mercado. É um reflexo direto da forma como vemos o mundo e tentamos resolver problemas. Mas estamos mesmo a solucionar algo essencial ou apenas a criar distrações sofisticadas?







