Mais da metade dos profissionais em Portugal considera o equilíbrio entre vida pessoal e profissional o principal motivo para permanecer no emprego, superando o salário e a segurança. A conclusão é do Workmonitor 2026, da Randstad.
Com início marcado para 2 de março, a nova edição da Data Academy, um programa de formação dirigido a recém-formados, irá selecionar 10 participantes e tem como objetivo acelerar o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais nas principais áreas do universo dos dados.
Reduzir o peso fiscal e burocrático, de forma a permitir à economia portuguesa competir e contribuir para acelerar o crescimento económico ao investir no talento e na tecnologia, numa era marcada por enormes desafios geopolíticos, digitais e energéticos.
A atração e retenção de talento é prioridade para 35% dos homens em cargos de liderança, enquanto 32% das mulheres identificam a conciliação entre vida profissional e familiar como o maior desafio. Os dados são do estudo “Novos Líderes para Novos Tempos”.
O futuro do crescimento da economia portuguesa dependerá da capacidade de reinventar a formação e de reter talento qualificado, sobretudo na área da engenharia e tecnologia, diz novo estudo.
Empresa já tem mais de 7 mil trabalhadores em Portugal. Quer somar 700 novos profissionais até ao fim do ano para novos projetos nas áreas da banca, seguros, utilities e ecommerce.
O novo estudo da Michael Page sobre as tendências de emprego para 2026 revela que a procura por talento qualificado continua a superar a oferta, num mercado marcado pela transformação digital, pela inteligência artificial e pela valorização do bem-estar e da flexibilidade.
Num contexto em que as empresas enfrentam escassez de talento e um ritmo de mudança acelerado, a avaliação e o desenvolvimento das pessoas tornam-se fatores críticos de sucesso. Helena Ravara, Head of Assessment & Advisory da Neves de Almeida – Search & Talent Advisory, explica como o Assessment pode ser uma poderosa ferramenta de decisão estratégica e apresenta as soluções que ajudam as organizações a “conhecer melhor para decidir melhor”.
Para garantir que a Europa se mantém na vanguarda da inteligência artificial, a Comissão Europeia definiu duas estratégias relativas à aplicação da IA na indústria e na ciência.
Tecnologia, energia, saúde, dados e logística estão entre os setores com maior procura de talento especializado, exigindo novas competências e estratégias de requalificação, diz Adecco.
A Europa gerou valor através de start-ups apoiadas por capital de risco, mas continua a perder terreno face aos Estados Unidos, conclui o Ventures.eu Forum 2025.
Start-up portuguesa lança plataforma que agrega mais de 2.400 vagas em start-ups com financiamento de capital de risco.















