Tenho-me deparado nos últimos tempos com um tema recorrente nas conversas com os promotores quer de empresas já no nosso portfólio, quer de novos projectos – a importância das métricas na vida das start-ups, principalmente negócios digitais.
O ecossistema brasileiro de start-ups está a "produzir" projetos inovadores e que no futuro podem atingir o estatuto de unicórnios.
A conclusão é de um estudo recente da Universidade de Coimbra que introduz a ideia de que a falta de informação sobre as incubadoras pode dificultar a vida das start-ups portuguesas.
Não ter um bom plano de marketing ou perder os investidores iniciais são alguns dos erros que podem colocar em causa a viabilidade financeira de uma start-up e levar ao seu encerramento.
É já na próxima terça-feira, dia 16, que Lisboa vai receber os responsáveis pelo programa internacional METRO Accelerator for Retail 2018.
Ao longo do ano que agora terminou, a plataforma europeia de equity crowdfunding gerou investimentos superiores a 140 milhões de euros.
Em fevereiro, a cidade turca vai receber business angels dos quatro cantos do mundo para uma conferência de três dias.
O objetivo do fundo criado pela aliança, composta por três fabricantes automóveis, é adquirir start-ups que preparem as marcas para o futuro da mobilidade.
O mercado belga de start-ups revelou alguma movimentação ao longo de 2017. Destaque para a disparidade de números entre as diferente regiões do país.
A The Invested Investor foi criada pelo eleito melhor business angel do Reino Unido e espera poder ajudar start-ups de todo o mundo no começo dos seus negócios.
Investir e criar oportunidades no ecossistema de start-ups indiano é uma das apostas do Facebook para o ano que agora se inicia.
A rede social norte-americana abriu um programa que vai ajudar start-ups presentes na Europa, no Médio Oriente e em África.

















