Meritoriamente, a temática da Reforma do Estado passou a estar no discurso político oficial. Contudo, devemos interrogar-nos sobre as razões que levam a que apesar, anos e anos, de anúncios oficiais sucessivos e recorrentes anunciando simplificações da burocracia, acessos facilitados das empresas e cidadãos aos serviços do Estado, a máquina do Estado só tem aumentado e criado um ónus acrescido para a economia e a sociedade.
As regras que, regularmente, Bruxelas e a Comissão Europeia emitem, inventam e propalam são um dos factores mais perniciosos à competitividade da economia europeia e à promoção da capacidade criativa das nossas economias.
Desde 2000 que Portugal, apesar da chuva de dinheiros das privatizações e de fundos comunitários, navega num pântano, cada vez mais fedorento, de não crescimento, de degradação da nossa posição relativa nos índices de competitividade e de degenerescência das instituições do Estado.
As subidas de taxa de juro dos Bancos Centrais, particularmente do BCE, têm gerado muita discussão, principalmente da parte de políticos populistas que têm vivido à custa de políticas de facilitação financeira que, mais tarde ou mais cedo, se pagam caro.
Os defensores do Estado interventor costumam argumentar que a propriedade das empresas e a natureza da nomeação da sua gestão não determinam a maior ou menor eficiência na gestão dos recursos.
Um corpo anémico não tem estamina!!!! Pode até ter muita vontade, muito desejo, mas a debilidade física provocada pela anemia é um empecilho que só com uma medicação forte em vitaminas e muito ferro se pode ultrapassar.







