Mais da metade dos profissionais em Portugal considera o equilíbrio entre vida pessoal e profissional o principal motivo para permanecer no emprego, superando o salário e a segurança. A conclusão é do Workmonitor 2026, da Randstad.
2026 está à porta. Está na altura de transformar o seu desempenho em valorização salarial. Saiba como negociar o seu aumento com confiança e argumentos válidos.
Mais de metade dos jovens profissionais aceitariam reduzir o salário em 10% para serem mais felizes no trabalho, revela um inquérito global da CEMS, do qual a Nova SBE é o único membro em Portugal.
Jovens que encontrem emprego poderão acumular o salário com 35% do subsídio de desemprego. A medida pretende reduzir o desemprego jovem, que ascendia, em maio, a 20 mil beneficiários de subsídio de desemprego.
A transparência salarial está a ganhar força em Portugal, com as empresas a reconhecerem o seu valor estratégico para atrair e reter talento, mas muitas ainda enfrentam lacunas de conhecimento e preparação para a nova diretiva europeia, diz estudo da Mercer Portugal.
Em 2025, o crescimento salarial abrandou para 2,2%, mas as empresas projetam aumentos de 3,5% para 2025 e 2026. A retenção de talento é um dos principais desafios para 45% das organizações, que procuram responder com benefícios como plano médico, subsídio de refeição e automóvel, diz estudo.
O equilíbrio entre vida profissional e pessoal superou o salário como principal prioridade para os executivos em 2025, revela o estudo "Talent Trends 2025: Executive & Senior Leadership Edition", da Page Executive.
O unicórnio quer influenciar outras empresas a juntarem-se a este movimento e a adotarem medidas semelhantes. O objetivo deste conjunto de medidas é acelerar um ciclo de prosperidade nacional e travar o avanço de movimentos políticos extremistas que se alimentam da insatisfação económica, refere.
Mais idade, maior paridade, mais qualificações e melhores salários: foi assim que evoluiu o perfil tipo do trabalhador em Portugal nos últimos 25 anos, de acordo com uma análise divulgada pela Randstad.
Só 7% das organizações europeias têm estratégias implementadas que promovam a transparência salarial, número que fica bem abaixo do regime noutras regiões do planeta, como os Estados Unidos.
38% dos portugueses não chega a amealhar 5% do salário e só cerca de 20% admite poupar entre 10% a 20%.
Um novo estudo da Deloitte revela que 40% dos jovens da geração Z e 35% dos millennials sentem-se stressados durante todo ou maior parte do tempo, muito por conta do trabalho, ainda que os níveis de stress tenham decrescido em relação a 2023.
















