Tecnológica portuguesa cria Pay Intelligence, módulo que cruza funções, competências e desempenho para detetar disparidades e preparar empresas para a nova diretiva europeia.
Ferramenta digital permite comparar a remuneração com referências salariais de mercado, tendo em conta função, experiência, área de especialização, região e tipo de organização.
A nova ferramenta "Proposta de Emprego", da Coverflex, ajuda os candidatos a compreenderem o verdadeiro valor do salário e dos benefícios antes de aceitar uma oferta de trabalho.
Desenvolvimento profissional, transparência, equilíbrio e adaptação à inteligência artificial estão a ganhar peso na escolha de uma nova oportunidade, diz a Adecco.
As mulheres continuam a ganhar menos do que os homens pelo mesmo trabalho. A mudança tem sido lenta e o fosso persiste. A diferença salarial é de 14,5%.
Salário, benefícios e equilíbrio entre vida profissional e pessoal são os fatores que mais pesam na escolha de um empregador em Portugal, segundo o Randstad Employer Brand Research 2026. O estudo revela ainda um desfasamento entre as prioridades dos trabalhadores e a avaliação que fazem das empresas onde trabalham.
A percentagem de jovens adultos com ensino superior em Portugal quadruplicou nos últimos 25 anos, aproximando o país da média europeia. Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que o investimento num curso superior continua a gerar retornos salariais elevados, mas alerta para desigualdades no acesso.
Trabalhar em Lisboa pode significar mais 525 euros por mês do que no interior, o equivalente a quase mais três salários por ano, segundo a mais mais recente análise da Randstad Research.
Nova diretiva europeia entra em vigor em junho e vai obrigar empresas a justificar diferenças salariais, divulgar intervalos de remuneração e reportar desigualdades de género.
"O Estado da Compensação em Portugal 2026", da Coverflex, revela que os portugueses estão insatisfeitos com o pacote de benefícios que a sua empresa oferece.
As ferramentas disponibilizadas pelo Doutor Finanças já refletem as novas tabelas de retenção na fonte e permitem simular o impacto das alterações fiscais no rendimento mensal dos portugueses.
Mais da metade dos profissionais em Portugal considera o equilíbrio entre vida pessoal e profissional o principal motivo para permanecer no emprego, superando o salário e a segurança. A conclusão é do Workmonitor 2026, da Randstad.
















