"Ao longo dos anos, fomos capazes de nos reinventar constantemente: começámos na fotografia e evoluímos para os equipamentos de escritório, tornámo-nos especialistas em managed print services e demos um passo decisivo na área da robótica e da inteligência artificial", afirma Ana Cantinho, diretora-geral da Beltrão Coelho, no ano em que a empresa celebra 78 anos de atividade.
O investimento visa apoiar a consolidação da posição da IEM4.0 no mercado nacional e acelerar a sua expansão internacional, bem como reforçar a equipa e a estrutura organizacional.
Mais de 25 start-ups e PME estão a desenvolver e a validar soluções de IA, robótica e Indústria 4.0 em ambiente industrial real, no âmbito do Test4Food, cofinanciado pelo PRR e liderado pelo Grupo Lusiaves.
No âmbito do próximo concurso Eurostars, há uma empresa madrilena, especializada nos setores aeroespacial, saúde e agrotecnologia, que procura parceiros para desenvolver um sistema robótico cirúrgico de IA para procedimentos ambulatórios.
Produtos robóticos industriais ou periféricos de última geração é o foco da empresa polaca que pretende juntar ao seu portefólio novas parcerias internacionais.
Todos vamos ter de nos adaptar à era da inteligência artificial. O que isso significa ninguém realmente sabe, porque ainda não vivemos nessa era.
Empresa francesa procura parceiros de fabrico de soluções industriais periféricas ou robóticas de última geração para alargar a sua carteira de produtos no âmbito de acordos comerciais.
O projeto visa o desenvolvimento de soluções de robótica e machine learning direcionadas para a agricultura e é financiado pelo Programa Horizonte Europa MSCA-DN. A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra coordena.
O investimento da ESI Robotics insere-se no projeto DIH 4 Global Automotive e pretende assumir-se como o polo de inovação digital do setor nacional.
Especializada em robótica, IoT e automação, a empresa quer desenvolver robôs inovadores adaptados às necessidades dos clientes e participar em programas de investigação.
Todas as escolas do distrito de Lisboa interessadas em participar nesta primeira edição podem apresentar as suas candidaturas até ao dia 18 de janeiro de 2024.
Dedicada à robótica, a start-up Arotec ambiciona construir drones “made in Angola”. Está a dar os primeiros passos nesse sentido, mas precisa de financiamento.

















