As start-ups portuguesas têm um novo desafio em mãos: criar projetos de inclusão financeira. O financiamento atinge os 90 mil euros e a iniciativa designa-se Inclusion Plus Iberia.
A segunda edição do SIBS Payforward começou no início desta semana. Ontem o Link to Leaders foi conhecer o espaço onde as 11 start-ups selecionadas estão a trabalhar para apresentar novas soluções de base tecnológica nas áreas de pagamentos e soluções financeiras.
Desde o início do ano que a empresa britânica especializada em etiquetas personalizáveis está instalada no mercado português.
Jovens oriundos de Macau, Cantão, Shenzhen e Zhuhai começam hoje uma visita a diferentes espaços de coworking da cidade de Lisboa. O objetivo é desenvolver oportunidades de negócio e cooperação com projetos sediados em Portugal.
No passado mês de janeiro foi publicado o Índice de Qualidade de Vida na União Europeia - European Quality of Life Survey (EQLS) [1].
Nos últimos cinco anos tive oportunidade ensinar empreendedorismo a mais de duas mil pessoas, incluindo participantes nos programas de validação de ideias de negócio e criação de empresas realizados pela Fábrica de Startups e estudantes das cadeiras de empreendedorismo que leciono na Católica Lisbon School of Business and Economics.
Lara Vidreiro e Filipa Neto foram distinguidas na categoria de retalho e e-commerce da lista “30 Under 30 Europe” da Forbes, que contempla os jovens com menos de 30 anos mais influentes em vários tipos de categorias.
A conclusão é de um estudo recente da Universidade de Coimbra que introduz a ideia de que a falta de informação sobre as incubadoras pode dificultar a vida das start-ups portuguesas.
O anúncio foi feito há momentos pelo primeiro-ministro português em Davos, na Suíça, no âmbito do Fórum Económico Mundial.
Este novo algoritmo foi criado por quatro investigadores do Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra e poderá vir a revolucionar a área de inteligência artificial.
A Taxify já está instalada em Portugal. A plataforma tecnológica de mobilidade começou a funcionar com 600 motoristas e 2500 utilizadores registados. Mas ambiciona muito mais.
É bem sabido das debilidades estruturais do tecido empresarial português. O protecionismo do Estado Novo a que sucedeu o processo de nacionalização das maiores empresas nacionais gerou um colossal
efeito de destruição de capital, de que ainda hoje não recuperámos completamente.

















