Reinvenção é a palavra que tem andado de mãos dadas com a pandemia. No entanto, ainda há quem vá às compras. A portuguesa ITSector, que desenvolve software para a transformação digital de instituições financeiras, foi comprada pelo grupo internacional Alten. Já a portuguesa Aquapor, do grupo DST, foi adquirida pelos franceses da Saur.
O mês de dezembro foi marcado por compras e fusões. A Sonae IM juntou a espanhola S21sec e criou a Maxive Cybersecurity. Já a Toyota Caetano Portugal adquiriu a CaetanoBus à sociedade Salvador Caetano Indústria para reforçar a aposta na mobilidade elétrica.
A Fyde, que tem sede nos Estados Unidos, mas que desenvolve toda a engenharia no Porto, vai ser adquirida pela norte-americana Barracuda Networks, que desenvolve soluções de cibersegurança na nuvem, numa operação de desinvestimento da Bright Pixel, subsidiária da Sonae IM.
Depois do lançamento de uma aplicação que liga trabalhadores a tarefas e do anúncio de projeto de app para utilização de transportes públicos, a Uber tem planos para entrar no mercado das compras de mercearia online através da Cornershop.
A Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, que conta no seu grupo com a Novadis, Sociedade de Água de Luso e a Hoppy House Brewing, reforçou a sua presença no mercado de águas ao comprar a marca Água Castello. Já a Fnac reforçou o seu portefólio com a compra de uma marca de produtos de bem-estar.
Este mês destacamos dois negócios: um de uma start-up, a Yoochai, plataforma de reservas de espaços de retalho a curto prazo, que foi adquirida pela concorrente alemã Go-PopUp, e outro sobre a compra da Remax França pela Remax Portugal, que aposta assim na sua expansão internacional.
O mês de fevereiro foi prolífero em compras e vendas. Por isso, destacamos três negócios: a compra de um dos maiores produtores de energias renováveis no nosso país; a aquisição de uma cadeia belga de brinquedos por uma portuguesa e a venda de uma empresa nacional de distribuição e comercialização de gás propano a um fundo de investimento.
Este mês destacamos dois negócios que marcaram a atualidade. Por um lado, a Farfetch adquiriu um marketplace líder global em calçado desportivo e streetwear premium que lhe permitirá expandir a sua oferta. Por outro lado, temos a compra dos terrenos da antiga Feira Popular, em Lisboa, pela Fidelidade e a promessa de um novo projeto imobiliário.
O mês de novembro foi marcado pela compra da CBTalents, uma start-up portuguesa de recrutamento internacional, pela Novabase Capital. Soubemos ainda que a Imperial voltou ao mercado à procura de novo dono.
Em vez de um, em agosto destacamos três negócios que marcaram a atualidade e o mês. São de áreas distintas, mas todos eles reveladores do dinamismo do mercado nacional.
A empresa portuguesa juntou-se à multinacional britânica JD para criar aquele que já é o segundo maior retalhista da Península Ibérica no setor do desporto.
















