Durante três dias, o Porto acolheu a 17.ª edição da QSP Summit, uma das maiores conferências europeias de estratégia, marketing e liderança. Mais do que um palco de conferências, o evento foi um verdadeiro laboratório de ideias, onde se debateram os desafios da atualidade e as competências chave para liderar no mundo de amanhã.
No setor industrial, historicamente dominado por homens, a presença cada vez maior de mulheres em cargos de liderança é um sinal claro de progresso – mas também de resiliência, talento e transformação.
Os líderes do futuro vão destacar-se pela capacidade de inovar, de empreender e de se adaptarem a diferentes culturas, conclui estudo da Aliança Global CEMS.
Em 1500, Portugal superou as expetativas. Não era a maior, mais rica ou mais populosa nação da Europa – na verdade, era uma nação empobrecida, marginalizada e minúscula de apenas 1 milhão de almas, em grande parte ignorada pelo resto da Europa.
Enquanto médico dentista, Hugo Madeira sempre soube que o sorriso tem impacto. Enquanto CEO, aprendeu que esse impacto vai muito além da estética: é uma ponte para a empatia, para a confiança e para uma liderança mais humana. "Um sorriso autêntico, no momento certo, pode mudar o rumo de uma conversa, de uma reunião, de uma cultura inteira", explica.
“Hoje, acredito que a criatividade não é um luxo. É uma necessidade urgente. Não estamos a falar de pintar quadros numa tarde de team building. Estamos a falar de trazer sensibilidade para o centro das decisões. De permitir que as organizações respirem. De recuperar o prazer de liderar com alma!”
Vivemos um tempo de transformação profunda no mundo do trabalho. A digitalização acelerada, os avanços tecnológicos, a inteligência artificial, as alterações demográficas e, sobretudo, as expectativas sociais emergentes estão a reconfigurar a forma como trabalhamos, lideramos e criamos valor.
Um estudo do Movimento LIFE mostra o desinteresse pela liderança na jovem geração da saúde. Quase metade dos inquiridos não quer posições de chefia.
Num tempo em que tanto se fala sobre estratégias, performance e metas a atingir, é fácil esquecermo-nos de que a base de qualquer liderança verdadeira começa muito antes de influenciarmos os outros, começa dentro de nós.
46% do tempo dos gestores é gasto em tarefas manuais e repetitivas, como aprovações, papelada e seguimento de processos, segundo o mais recente estudo europeu da plataforma de gestão de recursos humanos e operações empresariais Factorial.
Cerca de 9 em cada 10 profissionais (89,3%) defendem a necessidade de novos perfis de liderança, face aos desafios estratégicos atuais, conclui novo estudo da QSP.
Numa start-up, tal como num navio, o capitão tem um papel crucial. Navegar em águas calmas é simples, mas é durante a tempestade que se põem verdadeiramente à prova a força, a visão e a resiliência do CEO. Ainda assim, em fases críticas de "due diligence", a avaliação do CEO assenta muitas vezes mais na intuição do que em critérios objetivos — um paradoxo que merece reflexão.

















