Há pouco tempo, num projeto em que estou envolvido, sugeri contratarmos uma performance coach para trabalhar a dinâmica do work-life balance. A reação da equipa foi imediata: entusiasmo, curiosidade e, acima de tudo, vontade de ter alguém com quem pudessem falar e que os ajudasse a lidar com os desafios do dia a dia.
Depois de mais de 30 anos de carreira no mundo corporativo, a liderar empresas de tecnologia e a empreender do zero, dei por mim com uma inquietação que já não podia ignorar e não queria ignorar.
O guia para obter sucesso na liderança de qualquer empresa é a proposta de “Os primeiros 90 Dias”. Um livro do professor de liderança e mudança organizacional Michael D. Watkins.
Nas redes sociais, no meio de um emaranhado de frases motivacionais que já não motivam ninguém, de pacotes de banalidades embalados em posts de LinkedIn com 1000 likes e 10,000 views reina uma máxima que se repete ad nauseam como frase oca e vazia: “As pessoas não saem das empresas, saem dos líderes.” Ponto final. Sem rodapé, sem nuances, sem contraditórios.
Billie Jean King foi uma referência do ténis mundial e, aos 81 anos, revela três conselhos que podem fazer a diferença no caminho para o sucesso.
No dia 23 de abril, o Top Board Studio abre portas a uma nova edição Executive Talks dedicada a discutir as tendências e desafios da liderança.
A mudança de carreira é uma jornada que exige coragem, autoconhecimento e uma boa dose de liderança pessoal. Num mundo onde as trajetórias profissionais se tornam cada vez mais fluidas e dinâmicas, muitos de nós deparamo-nos com a necessidade de reinventar as nossas escolhas profissionais, e é nesse processo que a liderança pessoal assume um papel fundamental.
Embora estejamos ainda no início do ano, tudo indica que o cenário das Tecnologias da Informação (TI) será mais dinâmico e desafiador do que nunca. Vivemos tempos de profundas mudanças socioeconómicas, políticas, culturais, geográficas e legais, que, inevitavelmente, influenciam as empresas.
O que seria daquele bebé que gatinha e quer começar a aventurar-se a dar os primeiros passos, se não tivesse uns pais que o incentivassem? O que aconteceria se à primeira queda os pais em vez de dizer: “Boa! Tenta outra vez! Tu consegues” dissessem:” Bem… que desajeitado. Ainda vais demorar muito!”. Demoraria certamente mais tempo a voltar a tentar e atrasaria o seu desenvolvimento.
Ah, recebeste umas graçolas, uns quantos elogios despropositados e insistentes, umas piadolas sobre o que vestes e como te comportas? Bem-vindo ao mundo dos líderes engraçadinhos e colaboradores aborrecidos. Tem impacto? Não. Um líder não é um Herman José ou um RAP. Muito menos uma Joana Marques. Estes “consomem-se” quando se quer. Não se “consomem” por tudo e por nada.
Promover a capacitação em IA e oportunidades de networking, reconhecer o talento feminino na tecnologia e inspirar futuras gerações para carreiras STEM são algumas das apostas da Microsoft para este mês.
Entrevista/ “Liderar não é apenas gerir números, é compreender pessoas, culturas e necessidades distintas”
“Liderar 10 países na indústria de Customer Experience significa estar exposta a diferentes formas de pensar, resolver problemas e inovar, transformando cada desafio numa oportunidade de crescimento pessoal e profissional”, afirma Benedita Miranda, que é responsável por gerir mais de 12 mil funcionários da Foundever na região da Europa e África.















