Aumentar a representatividade das mulheres nas equipas é um dos objetivos do unicórnio fintech que está a recrutar engenheiros de software e gestores de engenharia e de produto com diferentes experiências.
Segundo um estudo publicado pelo Wall Street Journal, as empresas com maior diversidade de colaboradores tiveram margens de lucro operacional médias mais altas que as empresas com menos diversidade e inclusão.
39% dos líderes acreditam que as iniciativas que promovam a diversidade, equidade e inclusão são "uma perda de tempo organizacional, de esforço e de dinheiro", conclui um estudo da United Minds, que analisou a visão de profissionais do Canadá, Estados Unidos e Reino Unido.
Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, a Michael Page destaca a importância da diversidade e inclusão na agenda de negócios e da igualdade de género para a recuperação económica das organizações, com um conjunto de iniciativas globais sobre o tema.
A iniciativa designa-se Toolkit, destina-se a empresas e tem o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
A Nubank quer inovar não só no setor bancário, como também tornar este mercado mas inclusivo. Tendo em conta a sua própria experiência, a cofundadora da start-up brasileira de fintech, Cristina Junqueira, pressionou os restantes sócios para tornar a empresa mais inclusiva e para a introdução de políticas de recursos humanos voltadas para as mulheres. E o resultado está à vista.
O ano mal tinha começado quando foi publicado, no dia 10 de janeiro, a Lei n.º 4/2019, que estabelece um sistema de quotas de emprego para pessoas com deficiência, com um grau de incapacidade igual ou superior a 60 %, visando a sua contratação por entidades empregadoras, tanto do setor privado, como por parte de organismos do setor público.












