O bem poderá prevalecer no uso da Inteligência Artificial. Ou não. Todas as grandes tecnologias da História melhoraram a vida humana e, simultaneamente, aumentaram a capacidade de lhe causar danos existenciais. A Inteligência Artificial não é uma exceção. A verdadeira questão não é o que a IA fará connosco. É o que nós faremos com ela.
A start-up de robótica e IA tem sede em Barcelona e assegurou 85 milhões de dólares numa ronda liderada pela CRV. A portuguesa Bright Pixel Capital foi um dos investidores.
Durante anos, o maior pesadelo dos departamentos de IT foi uma folha Excel escondida. Hoje pode ser um agente AI com acesso a informação crítica da empresa. E poucas organizações estão preparadas para lidar com isso.
Há algo de estranho nas salas de aula atuais. Trabalhos impecavelmente escritos, frases estruturalmente perfeitas, textos organizados, sem erros ortográficos, sem hesitações e, muitas vezes, sem alma.
O Campeonato Mundial de Futebol que começa hoje vai recorrer a uma ferramenta com base em inteligência artificial para avaliar o desempenho dos jogadores durante os jogos.
Relatório da McKinsey revela que empresas dos Estados Unidos e da China representam cerca de 90% do valor de mercado das áreas de crescimento mais acelerado, enquanto a Europa mantém uma presença limitada.
A Inteligência Artificial Geral não chegará como uma ameaça, mas como uma mudança decisiva. As empresas que não se adaptarem ficarão para trás.
Criada por João Albino, ex-Urbvan, e João Graça, ex-Unbabel, a plataforma arranca em Lisboa e combina inteligência artificial com contributos da comunidade para reunir eventos dispersos pela internet e personalizar recomendações.
Pedir indicações, resolver um imprevisto ou fazer um pedido num restaurante pode ser mais fácil com a Little Language Lessons, uma ferramenta da Google que usa IA para ajudar os utilizadores a aprender expressões úteis em diferentes idiomas.
Através de um software instalado nos computadores dos funcionários, as empresas conseguem gravar os ecrãs e o trabalho que está a ser feito. O objetivo, assegura a Scribe, é treinar a inteligência artificial.
43,1% dos profissionais identificam a IA como principal prioridade de investimento, mas apenas 21,2% afirmam que a organização já definiu regras claras para a sua utilização, conclui estudo desenvolvido no âmbito da 19.ª edição do QSP SUMMIT.
Com sessões dirigidas a diferentes perfis profissionais, a nova academia pretende dotar as equipas do setor de competências práticas para aplicar a IA de forma estratégica, eficiente e orientada para o consumidor.
















