38% dos portugueses não chega a amealhar 5% do salário e só cerca de 20% admite poupar entre 10% a 20%.
Nos próximos três anos, três em cada cinco CMO, a nível global, planeiam investir mais de 10 milhões de dólares anuais em iniciativas de Inteligência Artificial (IA).
97% dos portugueses com perfil em redes sociais diz aceder diariamente a estas plataformas. Maioria costuma ligar-se entre as 20h e as 22h00, conclui estudo da Marktest.
No Dia Mundial da Saúde Mental, o Talent Trends 2024 destaca a cada vez maior valorização de ambientes de trabalho saudáveis, em detrimento da progressão profissional.
Realizado em 15 países europeus, o III Inquérito FutURe, da Merck, revela que quatro em cada 10 portugueses das gerações Z e Millennial sentiram desconforto emocional frequentemente no último ano.
Na próxima década, há quatro cenários geopolíticos que a BCG prevê que poderão marcar a atividade dos líderes empresariais.
O Facebook foi ultrapassado pelo Instagram e passou a estar em segundo lugar nas preferências de redes sociais dos portugueses, de acordo com o mais recente relatório da Marktest.
A prestação de cuidados comunitários, as indústrias e infraestruturas regenerativas e a segurança holística serão os setores económicos com maior potencial de criação de emprego nas próximas cinco décadas, revela a BCG.
As atividades de banca de transações e de serviços de valores mobiliários terão crescido 39% e 14%, respetivamente, entre 2020 e 2025, representando 29% das receitas globais do setor em 2025, em comparação com 24%, em 2020, segundo o último estudo da Oliver Wyman e da Morgan Stanley.
Estudo da BCG mostra que as prioridades estão a mudar para os trabalhadores. 42% dos profissionais europeus recusariam uma oferta de emprego se a empresa não oferecesse opções de trabalho remoto.
83% dos profissionais que utiliza AI Generativa no trabalho acredita que a sua utilização permite realizar tarefas mais rapidamente e 81% que melhora a qualidade do trabalho.
O novo estudo do Produto do Ano revela as expetativas dos consumidores para o futuro da tecnologia. Áreas como biotecnologia e saúde digital, na IA e machine learning são aquelas em que os portugueses anseiam mais progressos.
















