Estudo mostra que as funções com mais rápido crescimento até 2027 estão a ser impulsionadas pela tecnologia. Saiba qual a posição que ocupa o topo da lista de “profissões do futuro”.
Governo e setor público, energia e transportes são os piores pagadores em Portugal. Estes setores demoram 72 e 62 dias a efetuar pagamentos a fornecedores, segundo estudo recente da Intrum.
As empresas líderes em práticas sociais já se apercebem de um crescimento maior das suas receitas face aos concorrentes, indica um estudo da Bain & Company que analisa quatro áreas de oportunidade.
O que pensam os portugueses sobre a utilização de inteligência artificial? Embora a utilização de IA seja legalmente aceite, um novo estudo conclui que a maioria não encara a tecnologia como sendo moral, segura, justa ou leal.
Quais os fatores mais valorizados por quem procura emprego no setor tecnológico? O novo estudo da Randstad esclarece.
O uso de inteligência artificial generativa permite que pessoas com mais dificuldades na expressão escrita criem textos de qualidade, segundo um novo estudo do MIT.
Uma análise da Klarna conclui que 79% dos portugueses tem interesse no tema finanças pessoais, mas que 52% não se sente bem a falar sobre o assunto.
O uso que fazemos das palavras através da linguagem oral e escrita mostra muito sobre como somos e sobre o nosso estado psicológico, defende professor de Psicologia na Universidade do Texas.
Os jovens portugueses são dos que confiam mais nos profissionais de saúde e que veem a aposta na investigação de novos medicamentos como um investimento, segundo um inquérito realizado pela Merck.
Os clientes querem receber uma experiência personalizada do seu banco, não só em todas as suas interações, sejam elas feitas através de canais digitais ou offline, como também ao longo de todo o seu ciclo de vida, conclui estudo da Xpand IT.
O estudo da Randstad conclui que a penetração das empresas de recrutamento no mercado de trabalho é acompanhada por taxas de pobreza 2,96 pontos mais baixas.
A pesquisa é da capital de risco Earlybird e identifica o Reino Unido e Estónia como dois dos países europeus com mais start-ups na área da inteligência artificial.
















