Costuma dizer-se que existem três espécies de mentiras: as mentiras, as mentiras sagradas e as estatísticas. A frase atravessou gerações não porque as estatísticas mintam, mas porque existe uma tentação antiga, e profundamente humana, de lhes atribuir uma autoridade que nunca podem ter por inteiro.
Portugal registou a segunda menor proporção de empresas com incidentes de segurança das TIC na União Europeia em 2022. A análise é do Instituto Nacional de Estatística.
O mercado de investimentos dos Business Angels em 38 países está retratado no mais recente compêndio de estatísticas da European Business Angels Network-EBAN.
O número de desempregados inscritos no mês de março de 2020 atingiu os 53 mil, e os portugueses estão mais pessimistas quanto à evolução do desemprego. Estas são algumas das conclusões dos mais recentes dados divulgados pela Pordata.
Além das estatísticas globais do mercado europeu, o “Annual Statistics Compendium”2018, da European Business Angels Network (EBAN), também revela os critérios preferenciais dos Business Angels quando se trata de escolher projetos para investir.
As estatísticas mostram que cerca de 50% das novas empresas não sobrevive mais de cinco anos e 96% fecham ao fim de uma década. Tendo em conta este cenário, como é que se pode saber se uma start-up vai estar entre o grupo dos vencedores ou na percentagem de derrotados?
A vida e os negócios são um jogo de números. Mas isso não significa que não possa ser inteligente na forma como lida com os números que o podem levar ao sucesso.
Seja para conhecer o tamanho do seu mercado, seja para saber se o seu produto ou serviço se ajusta às necessidades reais do cliente ou os pontos de melhoria de um produto antes de o lançar no mercado, a investigação e análise permitem minimizar os riscos.













