Com mais de 7.500 start-ups no portefólio, a nova plataforma da Dealflow.eu quer facilitar o acesso das multinacionais europeias a soluções de deep tech.
Se quiser dizer não a uma proposta de trabalho, à chefia ou a um colega, a recusa deve ser clara, educada e difícil de contestar. John Richardson, professor de negociação, diz que é preciso manter a gentileza, mas preservar o limite.
A sensação reflete-se na dificuldade em reconhecer os próprios feitos, no medo constante de não estar à altura ou de ser percecionado como uma fraude. Metade dos profissionais já se sentiram “impostores” em algum momento da sua vida profissional.
Em 2025, aconteceu uma coisa silenciosa, mas determinante: as empresas dividiram-se em dois grupos. Não pelo sector, não pela dimensão, não pelo mercado. Dividiram-se pela forma como geriam as suas compras.
Moda, desporto, media e imobiliário estiveram no centro dos negócios que marcaram o mês. Entre aquisições, entradas no capital e apostas de expansão internacional, empresas e investidores voltaram a movimentar o mercado com operações estratégicas em diferentes setores.
Criada por Pedro Lopes e João Serpa, a start-up açoriana está a desenvolver uma plataforma comunitária onde qualquer pessoa pode partilhar ideias para empresas ou indústrias. O objetivo é dar visibilidade às melhores propostas, permitir que sejam desenvolvidas pela comunidade e fazê-las chegar a quem tem capacidade para as transformar em realidade.
Vivemos numa era obcecada por metas. Metas comerciais, de produtividade, de crescimento e de eficiência. Medimos praticamente tudo: indicadores, dashboards, planos e resultados.
A nova empresa chama-se workgevity e quer transformar equipas multigeracionais em vantagem competitiva.
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de automação básica dentro das equipas de ITSM. Nos últimos meses, começou a ganhar espaço um conceito mais avançado: a IA agêntica. Em vez de responder apenas a comandos específicos, estes sistemas passam a executar tarefas, tomar decisões limitadas e a agir de forma autónoma dentro de determinados processos operacionais.
Relatório da Marsh revela que a escassez de talento está entre as principais preocupações das organizações europeias. Já ultrapassa a preocupação com o risco cibernético.
Há uns meses, numa reunião com um empresário, ouvi uma frase que infelizmente já ouvi dezenas de vezes em diferentes versões: “As pessoas já não querem trabalhar.”
















