Vivemos num mundo que tende a premiar o especialista. Ou o que é perfeito. Veja-se a fruta. Não pode ter manchas nem marcas. Tem de ser perfeita. A desgraça que seria se o mesmo chegasse às batatas em sacos antes de serem fritas (já nesse ponto de servir tudo se iguala: quem não procura a batata perfeita no prato?).
Para start-ups de tecnologia, crescer não é apenas uma opção — é uma necessidade. Escalar, especialmente a nível internacional, pode parecer um desafio enorme.
A política tradicional falha em dar respostas. E se a solução para as crises no mundo lusófono viesse de um sítio inesperado? Neste artigo, defendo que devemos gerir os nossos países como start-ups: com agilidade, foco no cidadão e coragem para inovar.
Vivemos um tempo em que muito se discute a relevância de determinadas disciplinas no currículo escolar, nomeadamente a Cidadania. No entanto, hoje quero levantar um ponto que, na minha perspetiva enquanto líder na área da educação, é ainda mais urgente e transformador: a importância de trabalharmos, desde cedo, a empatia de forma transversal no currículo escolar.
Um livro que prepara líderes para prosperar na era da velocidade digital, que dá ênfase à interação entre negócio, cultura e propósito, e que posiciona a transformação digital como um estado permanente de prontidão, sublinhando as dimensões éticas, sociais e estratégicas da era digital.
O Hotel Palácio de Tavira, que foi inaugurado ontem, conta com 36 quartos e suítes, e resultou da recuperação de um edifício histórico no centro da cidade.
Não te iludas. Há sempre quem esteja a observar, à distância, à espera do teu fracasso. Não é inveja. Não é ódio. É simplesmente o comportamento humano de quem nunca teve coragem para arriscar.
Ninguém me contou isto no início da minha jornada profissional: liderar consome. Se não aprendermos a gerir a nossa energia, o corpo e a mente acabarão por cobrar o preço. E um preço bem caro!
A ascensão de Portugal como potência turística mundial nas últimas duas décadas foi nada menos do que extraordinária. Das ruelas medievais de Lisboa aos socalcos de vinho do Vale do Douro, o país tornou-se um destino de eleição para milhões de pessoas.
O setor farmacêutico está no centro da revolução digital da saúde, criando um terreno fértil para empreendedores que desenvolvem soluções tecnológicas inovadoras.
Entendamos “empreender” de um ângulo diferente e aqui assumido como o permanente exercício de decisão, nem sempre com variáveis controladas. Lançar um negócio, investir recursos, formar equipas, definir preços e margens, ou mesmo abandonar um produto/serviço, são decisões com impacto elevado, frequentemente tomadas com informação incompleta e sob pressão.
Robert T. Kiyosaki desafia os leitores a repensarem o que sabem sobre dinheiro, economia e o futuro. Analisa as lições do passado e expõe duras verdades sobre o presente.

















