Há mais de uma década que me interesso pela inovação e empreendedorismo social. Clarificando os conceitos, falamos de iniciativas que procuram soluções inovadoras, eficazes e sustentáveis para problemas complexos (muitas vezes menosprezados) de uma sociedade.
O futuro do trabalho está no centro do debate da Gestão, a nível global. Se as competências-chave destes novos tempos (soft-skills, digitais e outras) e as novas culturas desejadas (foco na agilidade e na colaboração) ocupam uma boa parte destas discussões, existe outra importante questão, que tem passado mais discreta em fóruns empresariais: o design das organizações e respectivas “estruturas” do futuro.
Alfred Chandler, economista e professor em Harvard, sentenciou há umas décadas que “unless structure follows strategy, inefficiency results”. Henry Mintzberg, estudioso da gestão, que já decretou há um tempo a obsolescência do planeamento estratégico, reforçou com a citação que dá título a esta reflexão.
Há mais de 15 anos que trabalho com equipas de gestão em matérias como liderança, cultura e estratégia. E, na atracção de talento executivo (executive search), para robustecer a gestão de topo. Como é expectável, vejo as mais diversas práticas no designado corporate governance – i.e. o conjunto integrado de regras e processos pelos quais uma empresa é dirigida e controlada.
A 3.ª edição do Social Impact Acceleration Program, da Darefy, procura soluções criativas para responder a necessidades sociais.
O Social Impact Acceleration Program 2023 vai ser lançado em maio. Apoiar start-ups, instituições sociais, projetos comunitários ou ONGs é o objetivo.
Apoiar a aceleração da mudança nas organizações é o objetivo da nova plataforma de transformação de lideranças e culturas empresariais.










