João Pedro Antunes foi distinguido como o diplomata que mais se destacou na promoção económica externa do país. Recebeu o Prémio Francisco de Melo e Torres, atribuído pela CCIP e pelo Instituto Diplomático.
A entrada em vigor de novos acordos entre a União Europeia e parceiros estratégicos como o Mercosul e a Índia redefine o enquadramento competitivo das empresas portuguesas.
A arbitragem voluntária constitui, há longa data, um mecanismo relevante de resolução de litígios entre as empresas, cuja afirmação no domínio comercial acompanhou a progressiva aproximação do ordenamento jurídico português aos padrões internacionais.
Ano Novo, vida nova? Vamos ver… O certo é que, para as empresas portuguesas e para a economia nacional, 2025 foi um período marcado por ajustamentos necessários e 2026 começa prometendo manter alguma turbulência global.
Nos últimos anos, o mundo entrou numa fase de transformação profunda. As tensões geopolíticas, a fragmentação económica, as novas barreiras comerciais, a reindustrialização acelerada em diversas regiões, a crescente exigência de critérios ambientais e o advento da Inteligência Artificial, estão a alterar, de forma estrutural, a forma como países e empresas se relacionam entre si.
A CCIP organiza, a 4 de dezembro, a 3.ª edição do Bootcamp Empresas Familiares, uma manhã de debate e networking dedicada aos desafios e oportunidades das empresas familiares, em parceria com a AEF e a Rede Mulher Líder.
O embaixador de Portugal em Angola foi o chefe da missão diplomática que mais se destacou pelo apoio à internacionalização das empresas portuguesas.
A Câmara de Indústria e Comércio Portuguesa (CCIP) está a preparar mais uma edição do Growth Forum – The Global Commerce Exchange. É já no dia 22 de maio, na Nova SBE Carcavelos.
O mundo tem assistido, expectante e apreensivamente, às decisões de política tarifária da atual Administração norte-americana liderada por Donald Trump. A volatilidade é muita, até porque o presidente norte-americano tem avançado e recuado, num curto espaço de tempo, em relação às suas decisões. Isto cria uma imprevisibilidade muito significativa, que torna o mercado dos EUA um alvo instável para as empresas portuguesas.
Ao olharmos para o contexto europeu atual, tudo indica que se está a formar uma tempestade perfeita a nível político, social e económico. Os sinais são preocupantes e não parecem dar razões para otimismo. Mas, uma análise mais fria e mais ponderada permite perceber que há margem para navegar nesta aparente tempestade.
Todos conhecemos os constrangimentos atuais que a geopolítica e geoeconomia colocam ao comércio internacional. Mas nem esses desafios, por mais complexos que sejam, devem abrandar os planos de internacionalização das nossas empresas e economia.
O crescimento é o grande desafio da economia portuguesa. É o grande desafio do nosso tecido empresarial, maioritariamente composto por pequenas e médias empresas.

















