No passado dia 7 de Setembro foi comemorado o bicentenário da independência do Brasil, e quero aproveitar esta efeméride para refletir acerca das relações entre os dois países.
Coincidindo com a 1.ª fase do processo de concurso nacional de acesso ao ensino superior, que agora se inicia, volto à temática das Forças Armadas (FAs) para falar do seu respetivo modelo de recrutamento.
Há vários anos que os economistas têm vindo a alertar para o paradoxo da falta de produtividade da economia portuguesa.
A recente guerra na Ucrânia veio trazer para as primeiras páginas dos jornais a importância da tecnologia no setor da defesa, que, a par da cada vez maior importância da guerra cibernética e de informação, demonstra que a componente cinética continua a ser fundamental. E se ainda é cedo para tirarmos lições conclusivas do conflito, todos os governos ocidentais já tomaram nota da necessidade de voltarem a investir neste setor.
A ascensão da Amazon, Google, Uber e muitos outros gigantes da tecnologia ajudou a criar uma geração de consumidores e também e-cidadãos cada vez mais exigentes, esperando os melhores produtos digitais, uma expetativa sobretudo centrada na experiência do utilizador.







