Se a sua ideia de negócio resultou e a empresa vai “de vento em popa”, em breve a sua start-up irá crescer e terá de contratar uma equipa de confiança. Saiba como contratar as pessoas certas.

A contratação é uma área onde as start-ups devem ser ágeis. É natural que nos momentos iniciais de crescimento, a contratação seja feita predominantemente ao nível dos recém-licenciados. Isto porque, no início de uma start-up, a procura de RH começa junto das faculdades, departamentos de estágio, empresas de trabalho temporário ou simplesmente o passa-palavra. Esses jovens talentos podem evoluir e crescer com a própria empresa, assumindo mais tarde cargos mais destacados, noticia a Forbes, com base nas resposta dadas por Mark Kilpatrick, cofundador  do Urban FT, um fornecedor de fintech, no Quora. 

Porém, com o passar do tempo, as necessidades da start-up também se vão alterando. A empresa pode vir a ter necessidades de recrutamento mais específicas para o sector onde atua ou simplesmente porque pretende preencher cargos específicos de gestão superior. Nesta fase é importante que a empresa recorra a ferramentas e metodologias adequadas a essas contratações, de modo a encontrar os talentos certos e a integrá-los rapidamente.

Ao longo do tempo é importante também avaliar que tipo de pessoas se destacam num ambiente em rápida mudança como os das start-up, e quais não se conseguem adaptar a esse contexto, segue Kilpatrick. Por vezes, recrutar funcionários com um background muito corporativo revela-se desadequado, pois essas pessoas procuram estruturas organizacionais diferentes. “Como tal é muito importante avaliar quem e quando é a melhor altura para recrutar alguém com este tipo de perfil”, explica o cofundador do Urban FT.

Uma start-up deve ser muito criteriosa durante o processo de recrutamento. “Estas empresas devem fazer “Contratação On-Time”, ou seja, as start-ups devem contratar apenas quando a necessidade se torna relevante, nem demasiado cedo nem demasiado tarde. É algo óbvio e simples e que deve ser aplicado de forma de evitar gastos desnecessários em recursos humanos”, explica.

Quando a empresa já conseguiu maior estabilidade, poderão ser incluídos programas de incentivos, estágios alargados, formação tecnológica de modo a fomentar e manter talentos por longos períodos de tempo, conclui o responsável.

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