A solução realiza conversas telefónicas semelhantes às humanas, suporta 32 idiomas e pode ser adaptada a diferentes cenários de comunicação outbound. Está interessada em parceiros internacionais.
Já são conhecidos os dados de um dos rankings de ecossistemas de start-ups mais abrangentes do mundo. Singapura é o ecossistema que mais cresce no top 10 global, enquanto a França sai do top pela primeira vez.
Há perigos que ninguém vê, mas que custam fortunas. As espécies exóticas invasoras custam ao mundo 423 mil milhões de dólares por ano, o equivalente a 1,3 vezes o PIB português. E ainda assim continuam fora do radar de alguns decisores empresariais e políticos.
Neste livro, Mel Robbins explica a técnica de contagem regressiva 5-4-3-2-1 para vencer a insegurança, o medo, as circunstâncias e as desculpas que o impedem de avançar.
A plataforma Flora é uma assistente de inteligência artificial, que trabalha através do WhatsApp e que vai ajudar os idosos que vivem sozinhos.
Um novo estudo analisou cerca de 9.000 cidades e concluiu que a cobertura arbórea mitiga quase metade do efeito de ilha de calor urbana.
O Aeroporto Noto Satoyama, na província de Ishikawa, no Japão, vai reabrir em julho como atração temática Pokémon, com o objetivo de ajudar a revitalizar o turismo depois do terramoto de 2024.
Esquecer o telemóvel, parar ao fim do dia e ver o pôr do sol. Chama-se “dusking” e é a mais recente tendência de viagens inspirada no bem-estar.
A nova funcionalidade do TikTok já começou a ser usada no mercado norte-americano e permite reservar hotéis e viagens diretamente na app.
A start-up portuguesa Savearth desenvolveu um dispositivo com IA que mede, em tempo real, o consumo de água durante o banho. O PortoBay Santa Maria e o PortoBay Marquês implementaram a tecnologia.
Salário, benefícios e equilíbrio entre vida profissional e pessoal são os fatores que mais pesam na escolha de um empregador em Portugal, segundo o Randstad Employer Brand Research 2026. O estudo revela ainda um desfasamento entre as prioridades dos trabalhadores e a avaliação que fazem das empresas onde trabalham.
Compreender o contexto das pessoas não significa abdicar da responsabilidade. Há uma confusão perigosa em muitas organizações: chamar empatia ao que, muitas vezes, é apenas desconforto em liderar.

















