O medo, afinal, estava só no mapa

Passo grande parte do meu tempo a falar sobre Inteligência Artificial — com clientes, com as minhas equipas, em palcos. E há uma pergunta que aparece quase sempre, dita de várias maneiras diferentes: por onde é que se começa? Qual é o caminho certo?
Foto:Gonçalo Martins, LACS

Em que condições é que as pessoas querem trabalhar?

Durante muitos anos, olhámos para a produtividade como um resultado direto de processos, ferramentas ou metodologias de gestão - e com razão. Mas existe um fator que continua a ser frequentemente subestimado: o espaço onde as pessoas trabalham.
Foto: David Pereira de Castro, sócio-fundador da consultora Phibon

O Estado não interfere na economia, desenha os mercados

Porque regulação e política pública são instrumentos económicos, quer se admita ou não. Retomando a lógica desta série, depois de percorridas a centralidade das grandes empresas, a fragilidade do mercado de capitais e a arquitetura do poder económico, chega a hora de tratar o interlocutor mais mal compreendido do debate económico português, o Estado.
Foto: Créditos Lucas Dlord.

Entrevista/ “Os benefícios podem ser uma forma muito tangível de mostrar que uma empresa se preocupa com as suas pessoas”

"O salário continua a ser importante, naturalmente. Mas os colaboradores olham cada vez mais para a experiência completa que uma empresa oferece. Querem benefícios que apoiem o seu dia a dia, as suas famílias, o seu bem-estar e o seu futuro", sublinha Mert Cetin, Cluster Director de Portugal, Tunísia e Marrocos da Pluxee, em entrevista ao Link to Leaders.

A mudança não pede licença. E quem não muda, desaparece.

“Adapta-te ou morres.” Parece duro, não é? Mas é a mais pura verdade. Vivemos num mundo em que tudo muda, o mercado, a tecnologia, os consumidores, até a forma como nos comunicamos. O que era relevante ontem, hoje já soa ultrapassado e o que hoje é inovação, amanhã pode ser apenas rotina.