OSCAR capta 1 milhão de euros de investimento

A start-up portuguesa OSCAR fechou uma ronda de investimento liderada pela Lince Capital.

Especializada em serviços para casa em 30 minutos, a start-up OSCAR acaba de fechar uma ronda de investimento de cerca de 1 milhão de euros. O processo foi liderado pela Lince Capital, com o apoio da Olisipo Way e a participação de investidores internacionais como Tony Honkanen, diretor de expansão internacional na Wolt (unicórnio de food delivery), e da Accel Scout Program, através de Humberto Ayres Pereira, CEO da Rows

O valor angariado terá o propósito de alargar a presença de profissionais e técnicos conectados com a plataforma OSCAR em novos distritos, bem como reforçar a rede em zonas onde a operação já está presente como Lisboa, Porto, Margem Sul, Coimbra, Setúbal, Cascais e Sintra. Para além de alavancar a capilaridade no país, está nos planos da OSCAR adicionar novas categorias de serviços, bem como reforçar a equipa com profissionais qualificados no campo da engenharia e operações.

A par desta ronda, a start-up também reforçou a equipa com a entrada de Diogo Coutinho como Country Manager em Portugal. Este profissional iniciou a carreira profissional na Mckinsey, passou pela Glovo, onde liderou o departamento comercial e de expansão e foi Head of Portugal na Kitch. Agora, será responsável pelo negócio da OSCAR em Portugal e pela definição de novas estratégias de expansão.

A start-up começou oficialmente em 2021, pela mão do jovem empreendedor, e atual CEO, João Marques. Já este ano, entre julho e agosto a operação cresceu 68% e 225% em relação a agosto de 2022. Atualmente tem mais de 200 mil downloads, três mil profissionais inscritos e um volume de negócio a rondar os 3 milhões de euros.

“2023 e 2024, sem dúvida, serão anos de consolidação no mercado nacional e internacional. Temos registado uma média de 30% de crescimento por mês e distritos ávidos por receber a nossa tecnologia e o nosso marketplace, pela sua eficiência e por ser, acima de tudo, um processo 100% transparente, quer para utilizadores, quer para profissionais quer pela economia nacional, pois contrariamos a elevada economia paralela que o setor dos serviços domésticos ainda vive”, frisou João Marques.

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