A atriz, diretora e produtora acumulou uma nova função: investir em start-ups.  Entre os seus investimentos, encontramos a rede de espaços de trabalho para mulheres The Wing, a plataforma de ligação entre celebridades e fãs Community e a start-up de alinhamento de dentes Byte.

Kerry Washington, que a acaba de receber o seu primeiro Emmy, é conhecida pelos seus papéis como Olivia Pope, especialista em gestão de crise da série Scandal, e Mia Warren, a artista plástica de Little Fires Everywhere. Mas a norte-americana desempenha mais funções na indústria audiovisual, como diretora e produtora. E recentemente passou a investir também em start-ups.

A inspiração veio da própria Scandal. “Quando a primeira temporada foi lançada, muito se falou sobre como esse era um momento histórico e como era um risco colocar uma mulher negra como protagonista. Havia muita pressão sobre a série. Então, desde o começo usamos a tecnologia para ver a resposta do público e angariar um suporte que os media tradicionais não nos trariam. O Twitter permitiu que tivéssemos uma segunda temporada. Pensei em como poderia continuar e expandir a maneira como interagia com os espaços tecnológicos”, afirmou a atriz durante o TechCrunch Disrupt.

Durante o evento, a atriz falou ainda da sua atuação no ecossistema de inovação. No painel “Little Wires Everywhere”, Washington contou que tentou desenvolver ideias próprias e que conheceu o mundo dos capitalistas de risco dessa forma, tendo-se tornado num investidora por conta própria. “Não sou boa em ter um assento sem ter uma voz. Eu gosto de ser uma parceira nos relacionamentos de que participo”, explicou.

Entre os seus investimentos, encontramos a rede de espaços de trabalho para mulheres The Wing, a plataforma de ligação entre celebridades e fãs Community e a start-up de alinhamento de dentes Byte.

Estas start-ups partilham a missão de se fazerem ouvir. Esse é o principal critério para entrar no portefólio da atriz de Scandal. “Todos os investimentos que fiz iam ao encontro dos meus valores, como comunidade e inclusão. Acredito em apoiar vozes marginalizadas e em celebrar a identidade”, diz a investidora, que investiu nestas start-ups a título pessoal. “Sinto que sou realmente capaz de agregar mais valor como investidora individual”, acrescentou.

Quando questionada sobre a start-up dos seus sonhos, Washington respondeu que tem um investimento ainda não anunciado numa empresa de moda, avança o TechCrunch.

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