A eSIMpass nasceu no final de 2024 como a internacionalização natural da Portugal Internet, uma empresa portuguesa com 10 anos de experiência no mercado digital e do turismo. Com uma solução 100% digital que oferece acesso à internet em qualquer parte do mundo, a start-up já cresce a dois dígitos e promete revolucionar a forma como viajamos, garante Jorge Ferreira, fundador da eSIMpass.
Empresas e Start-Ups
O Brasil vive um momento vibrante no cenário de tecnologia e inovação, com soluções criativas e de alto impacto que têm despertado crescente interesse no mercado internacional.
“O que queres ser quando fores grande?”. Desde tenra idade, somos desafiados a pensar sobre o nosso propósito profissional, no mesmo “pacote” de “como te chamas?” e “quantos anos tens?”.
A digitalização alterou de forma profunda o modo como lidamos com o dinheiro e esta mudança aplica-se também à forma como organizamos as nossas finanças.
Alfred Chandler, economista e professor em Harvard, sentenciou há umas décadas que “unless structure follows strategy, inefficiency results”. Henry Mintzberg, estudioso da gestão, que já decretou há um tempo a obsolescência do planeamento estratégico, reforçou com a citação que dá título a esta reflexão.
Há uns anos, falar de automação era sinónimo de scripts, fluxos e regras rígidas para tarefas repetitivas. O objetivo era garantir previsibilidade e eficiência, mantendo sempre as decisões mais importantes nas mãos das pessoas.
Nos últimos anos, a saúde digital passou de promessa longínqua a realidade tangível. Start-ups surgem com soluções para doenças crónicas, saúde mental, ou gestão terapêutica personalizada.
Estamos a assistir ao nascimento de uma nova geração de empresas. PME que não apenas utilizam inteligência artificial, elas nascem com ela no seu ADN.
Uma das armadilhas mais perigosas para quem lidera é também uma das mais invisíveis: o ego. Não falo daquele ego saudável que nos dá confiança e energia para liderar, mas sim do ego cheio, alimentado pelo poder, pelos aplausos e, muitas vezes, pela solidão no topo.
Para Hugo Lourenço, organizador do Management Summit 2025, os modelos de gestão tradicionais bloqueiam a inovação e o talento. No evento, que decorre a 23 e 24 de setembro, líderes e equipas vão aprender a colocar as pessoas no centro das decisões, a simplificar processos e a adotar ferramentas práticas para transformar mentalidades e gerar valor real nas organizações.
Vivemos um momento em que a tecnologia deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade para se tornar um agente de transformação profunda.
A história da humanidade tem sido marcada por ciclos de poder, desigualdade, inovação e colapso. Do apogeu dos impérios clássicos ao advento das revoluções industriais, sempre houve momentos em que o progresso tecnológico e económico foi acompanhado por profundas assimetrias sociais.












