Neste que é o meu primeiro artigo após uma longa ausência pretendo que seja um resumo de vários artigos que quero ir escrevendo num futuro próximo e que abordarão temas menos “mainstream”. Porque há temas que se evitam por pudor ou por medo — como se a sua simples menção fosse sinal de fraqueza. Um desses temas é a solidão que acompanha a liderança.
Empresas e Start-Ups
Acaba de ser publicado o mais recente relatório da Fundação José Neves, que nos oferece uma leitura profunda sobre o estado da Educação, do Emprego e das Competências em Portugal em 2024. Os dados são inequívocos: estamos a assistir a uma transformação estrutural na forma como os portugueses acedem ao conhecimento e, com isso, ao mercado de trabalho.
Entrevista/ “Chegou o momento de deixar de ser apenas mais uma marca. A partir daqui, queremos liderar”
Bruno Garcia acaba de assumir a direção de operações da Twinkloo num momento estratégico de transformação. Quer tornar a marca numa referência incontornável no mercado do crédito à habitação, apostando numa operação mais eficiente, próxima da rede e centrada no cliente.
Nunca foi tão fácil integrar inteligência artificial num produto. E, ao mesmo tempo, nunca foi tão difícil garantir que essa integração faz mesmo sentido. No universo das start-ups, o entusiasmo é contagiante: modelos pré-treinados acessíveis, APIs versáteis, ferramentas no-code a custo quase nulo. Tudo parece convidar à corrida. Mas para onde estamos, de facto, a correr?
O setor da saúde digital está a crescer exponencialmente, impulsionado pela inovação tecnológica e pela crescente procura por soluções mais eficientes e acessíveis. No entanto, empreendedores nesta área enfrentam desafios como a regulamentação complexa, validação clínica e captação de investimento.
O ecossistema brasileiro de start-ups vem dando passos firmes rumo à consolidação internacional, ao mesmo tempo que fortalece as suas bases estruturais no território nacional.
Há mais de 15 anos que trabalho com equipas de gestão em matérias como liderança, cultura e estratégia. E, na atracção de talento executivo (executive search), para robustecer a gestão de topo. Como é expectável, vejo as mais diversas práticas no designado corporate governance – i.e. o conjunto integrado de regras e processos pelos quais uma empresa é dirigida e controlada.
"Os fatores ambientais, sociais e de governance (ESG) são hoje determinantes para a resiliência do futuro da economia, das empresas e da sociedade", afirma Carlos Torres, CEO da Resul, empresa que há vários anos leva energia a muitos países africanos.
Portugal tem vindo a consolidar-se como um dos países mais atrativos da Europa para viver e trabalhar. Segurança, qualidade de vida, acesso à União Europeia e estabilidade do sistema político são vantagens que têm sido promovidas com sucesso junto de talento e capital internacionais.
A longevidade tornou-se não apenas um dado demográfico, mas um fenómeno social que reconfigura os contornos do trabalho, da aprendizagem e da realização pessoal. No entanto, há uma dissonância entre esta nova realidade e a forma como as organizações continuam a ver — ou a não ver — a faixa etária acima dos 50 anos.
Entrevista/ “Acredito que a arquitetura foi uma das profissões que melhor soube adaptar-se ao universo digital”
"Influenciar, para mim, é abrir espaço para o pensamento crítico, para o autoconhecimento e para a criatividade genuína", defende a jovem brasileira Amanda Ferber, criadora da plataforma Architecture Hunter e uma "Forbes Under 30" que conquistou o mundo da arquitetura.
Enquanto interveniente ativo no desenvolvimento digital da África Ocidental, nomeadamente através do meu papel na ROPTIC (Rede das Organizações de Profissionais das Tecnologias da Informação e da Comunicação), tive a honra de animar um webinário crucial sobre o futuro da Inteligência Artificial (IA) na UEMOA.












