Ao longo dos últimos anos tenho refletido sobre um tema que considero central para o futuro das organizações: de que forma a liderança empresarial impacta a vida das pessoas.
Empresas e Start-Ups
Entrevista/ “Um protótipo minimalista a funcionar é melhor que uma máquina perfeita que fica no papel”
"Portugal será o primeiro país em que estas embarcações farão testes. A MobyFly está a negociar com operadores de todo o mundo, incluindo no Pacífico. É provável que as primeiras operações comerciais sejam na Europa e estamos a envidar esforços para que algumas sejam em Portugal", revela Ricardo Bencatel, cofundador e CTO da start-up que tem ligações à Universidade do Porto e que acaba de levantar 11 milhões de euros.
Se há algo que a experiência me ensinou ao longo dos anos é que ninguém evolui isolado. As organizações, tal como as pessoas, crescem mais e melhor quando olham à sua volta, observam, questionam e, sobretudo, quando têm a coragem de aprender com outros.
Durante décadas, a liderança corporativa foi muitas vezes romantizada como a figura no topo, aquele ou aquela que detém as respostas, toma as decisões e controla as rédeas de uma organização.
A felicidade no trabalho deixou de ser luxo para passar a ser uma vantagem competitiva. Segundo vários estudos, empresas que cuidam do bem-estar dos colaboradores ganham mais produtividade, inovação e lealdade — e transformam cada sorriso em resultados concretos para o seu negócio.
Num ecossistema digital em que a informação circula à velocidade de um clique, a autenticidade tornou-se um valor estratégico para as organizações em geral, empresas e respetivas marcas.
Setembro foi, para muitos de nós, um ponto de viragem. Depois da pausa de verão, regressámos com energia renovada e uma sensação de recomeço — quase como um “segundo janeiro”.
Entrevista/ “Reforçar a literacia digital e mostrar que cibersegurança não é custo, mas proteção de negócio, é crucial”
"É preciso criar mecanismos que aproximem investigadores de empresas desde o início, garantindo que a inovação responde a necessidades concretas do mercado". A afirmação é de Carlos Carvalho, CEO da Adyta, start-up que nasceu com ADN académico, mas que rapidamente conquistou o mercado nacional, com olhos postos na Europa, África e América Latina.
“A dor e o desconforto fazem parte do processo. Ultrapassa a dor e encontrarás o teu verdadeiro eu!” O monitor — meio sargento, meio profeta de calções de licra — gritava algo parecido com isto enquanto eu tentava apanhar o ar que me escapava.
Este mês desafiámos o Centro de Transferência de Tecnologia e Valorização do Conhecimento da Universidade de Lisboa (TTC@ULisboa) a eleger a start-up do mês. A escolha recaiu na Datatekin que ajuda empresas orientadas por dados a crescer com estratégias de analytics digital.
Pela primeira vez este ano, a Reserva Federal dos EUA inverteu o rumo ao retomar o ciclo de cortes de taxas na reunião de setembro, reduzindo a taxa de referência em 25 pontos base, para um intervalo entre 4% e 4,25%, após a ter mantido inalterada desde dezembro.
Estava eu em S. Paulo, no Brasil, a trabalhar e saudoso da comida portuguesa, quando me levaram, segundo os meus colegas de lá, ao melhor restaurante português da cidade. Seduzido pelo menu muito português, decidi-me por um Bacalhau à Brás que eu tanto gosto e que o empregado referiu como sendo uma das especialidades da casa.












