As editoras são famosas por tomar decisões questionáveis sobre livros novos - o primeiro livro de Harry Potter, por exemplo, foi rejeitado mais de 10 vezes. Por isso, Ali Albazaz apresentou uma alternativa: perguntar a opinião dos leitores.
Empresas e Start-Ups
Escritórios, assessoria ou serviços de logística, entre outros. Estes são alguns dos “argumentos” que os chineses estão a usar para captar start-ups de todo o mundo.
Esta frase lapidar de um futebolista poderia aplicar-se à grande maioria dos economistas, analistas financeiros e a todos aqueles que prevêem o futuro.
Entrevista/ “O primeiro investimento foi de 150 mil euros”
A Strayboots, uma das maiores plataformas americanas de valorização de património cultural e turístico, expandiu-se recentemente para o mercado europeu. À frente da sucursal está a portuguesa Marta Gomes, que nos contou os objetivos da marca que já recebeu 150 mil euros da Portugal Ventures.
Num recente relatório solicitado pelo Governo, a OCDE defendeu uma estratégia nacional para o conhecimento e a inovação.
Todos os meios de pagamento, uma única gateway. Este é o lema da Easypay, uma fintech que está no mercado há uma década e que quer melhorar a relação dos portugueses com os pagamentos online. Sebastião de Lancastre explica o posicionamento da empresa.
A MetLife está à procura de start-ups da área insurtech que queiram escalar os seus negócios a partir do programa “collab 3.0 EMEA”.
A rápida evolução tecnológica nomeadamente ao nível da capacidade de processamento de dados e a emergência das novas plataformas que suportam o relacionamento social e o desenvolvimento das economias de partilha, trouxeram novos desafios na preservação de direitos fundamentais dos cidadãos relacionados com a posse, utilização e proteção dos seus dados pessoais.
Silicon Valley continua a ser a meca das start-ups. Desde 1939, altura em que William Hewlett e Dave Packard fundaram a marca HP (Hewlett-Packard), que o vale californiano é o epicentro da tecnologia a nível mundial.
A start-up madrilena Spotahome adquiriu a sua concorrente europeia Erasmusu, uma plataforma de arrendamento de quartos e casas destinada a estudantes de Erasmus.
A empresa inaugurou ontem o polo tecnológico que vai albergar o seu novo Security Operations Centre.
Recentemente, após uma nova leitura e com a distância de algumas semanas, consegui aperceber-me que um artigo que escrevi (1) neste mesmo portal me lançara as bases necessárias para continuar a refletir sobre o mesmo tema, tendo por base a seguinte pergunta-hipótese: que mudanças têm de acontecer, ou ser provocadas, para que o conceito de “trabalho” passe a estar mais ajustado à realidade actual e proporcione um índice mais alto de saúde e de satisfação para quem trabalha?











