Antes de ter filhos, face à vida que escolhi de empreendedor, não conhecia a palavra “férias”, esta era apenas uma memória da minha juventude em que recordava as tardes a ver o “Agora Escolha”, a jogar futebol na rua ou no campo em tarefas agro-pecuárias com os meus avós.
Empresas e Start-Ups
Recentemente participei numa mesa redonda realizada no âmbito do The Economist Lisbon Summit onde tive a oportunidade de contribuir para o debate sobre o que é mais importante para Portugal: investir na criação de start-ups ou destinar os recursos ao desenvolvimento de scaleups?
Ir à casa de banho e aproveitar para enviar uma mensagem. Ver um vídeo no YouTube ou fazer uma pausa para confraternizar com os colegas. Revê-se em alguma destas situações? Então foi apanhado. Mas há mais hábitos que muitos funcionários adotam e que acabam sempre por omitir.
A vida e os negócios são um jogo de números. Mas isso não significa que não possa ser inteligente na forma como lida com os números que o podem levar ao sucesso.
Em 2017, o peso das exportações portuguesas atingiu os 42% do PIB e as vendas ao exterior aumentaram 5 mil milhões de euros. Porém, só cerca de 22 mil empresas exportam e 50% fazem-no para um só país, Espanha ou Angola.
Quando decidiu criar uma start-up em 2015, chinesa Hu Weiwe estava longe de imaginar que acabaria por vender o projeto Mobike por 3,4 biliões de dólares.
Recentemente, Robert Atkinson e Michael Lind publicaram no Wall Street Journal um interessante ensaio intitulado “Pare de Escorar Pequenas Empresas”, adaptado do seu novo livro “O Grande é Belo: Derrubando o Mito dos Pequenos Negócios”.
A Doinn encontrou uma lacuna no mercado: a falta de serviços de limpeza, lavandaria e check-in nos alojamentos locais. Nascida a partir de uma má experiência no setor, esta start-up portuguesa já está presente em Espanha e França.
Hoje vou escrever sobre uma obra que recomendo a sua leitura. Se puder, até o faça pelo menos uma vez por ano. Trata-se da obra de Dale Carnegie - “ Como fazer amigos e influenciar pessoas”. Warren Buffet disse sobre esta obra – “ Mudou a minha vida.”
Vasco Falcão está à frente da sucursal portuguesa da Konica Minolta há dez anos. Nesta entrevista, o diretor português, que também acumula funções de presidente na filial espanhola, fala-nos do novo centro de inovação para start-ups, das diferenças entre os mercados e partilha alguns ensinamentos da forma de atuar japonesa.
Com a Hatch pode construir uma aplicação sem precisar de escrever uma única linha de código.
Tão verdade!!!
Numa altura em que se fala tanto do envelhecimento ativo, e onde oldie começa a ser trendy, é altura de parar para pensar sobre o valor da experiência.












