Um dos “males” de nunca deixarmos verdadeiramente para trás a nossa formação, no meu caso jurídica, mesmo quando optamos por mudanças profissionais que nos levam a outras paragens, como seja o caso da gestão de empresas, é que recorrentemente procuramos – pelo menos eu faço – analogias que permitam enquadrar o que sabemos com aquilo que temos necessariamente de aprender para ter sucesso no desempenho de novas funções.
Empresas e Start-Ups
Estudar e começar um negócio não é de todo incompatível. Pode ser mesmo uma forma de pagar os estudos e dar os primeiros passos como empreendedor.
Em abril de 2008, o João Vieira da Cunha publicou um artigo** com o título “Terror ao Pequeno-Almoço”. Nessa crónica, o João contava como um diretor de vendas tinha o hábito de tomar o pequeno-almoço todas as quartas-feiras com os oito chefes de equipa do seu departamento.
No ensino primário, os meus pais foram chamados à escola para falar com a minha professora. O caso era grave e repetia-se vezes sem conta. Na perspetiva de quem liderava, era preciso fazer alguma coisa, tinham sido ultrapassados os limites.
Entrevista/ “Há um crescimento do mercado de luxo no país”
A Mottion é uma nova start-up, com sede no Porto, que atua no setor dos transportes de luxo de passageiros. Sebastião D´Ávilla, CEO e um dos cofundadores, explicou ao Link to Leaders as bases do projeto e os planos que crescimento, que, por agora, já levaram a Mottion a Espanha e à Suíça.
É costume de um tolo, quando erra, queixar-se dos outros. É costume de um sábio queixar-se de si mesmo. Sócrates.
Desde start-ups que querem detetar o cancro quando ainda é curável, a criar carne à base de plantas. Conheça seis start-ups onde Bill Gates investiu milhões.
Se é líder de alguma organização não devia cometer estes cinco erros crassos que podem custar o bem-estar dos seus colaboradores e o bom funcionamento do projeto.
Já pensou em desenvolver uma solução para as grandes empresas? Conheça dois passos para tornar este objetivo numa realidade.
Tirei a foto acima num desfile popular em Lisboa. A mancha castanha-avermelhada onde o homem bate no tambor não é do uso. É sangue no tambor.
Com apenas 26 anos, este empreendedor poderia ter ficado com a vida financeira estável para sempre caso tivesse vendido a sua start-up.
As mulheres negras empreendedoras fazem parte do grupo de mulheres detentoras do seu próprio negócio com mais rápido crescimento.












