É já no próximo dia 8 de março que se assinala o Dia Internacional da Mulher. Um dia, que, para mim, me diz muito. Ao longo dos últimos anos tenho lutado pelos direitos das mulheres em todas as instituições de ensino que dirijo e na Política.
"Lean In" e "Lean Out" são duas abordagens diferentes para a igualdade de género no local de trabalho.
Liderança é a competência de inspirar, influenciar e guiar um grupo de pessoas para alcançar um objetivo comum. É a capacidade de tomar decisões, motivar, comunicar e coordenar as ações da sua própria equipa para alcançar um objetivo específico.
Neste momento, em 2023, a cultura de igualdade de género em Portugal pode ser considerada como sendo de um alto igualitarismo de género.
Ao longo das ultimas décadas houve mudanças importantíssimas na legislação e no enquadramento institucional em Portugal, visando a igualdade de género e o empoderamento das mulheres.
Immanuel Kant disse-nos “Como poderíamos tornar os homens felizes, se não os tornamos morais e sábios?” [1] e isso é bem demonstrativo da relevância que a educação tem para promover o amadurecimento, a aquisição de conhecimentos e a libertação natural que advém da aquisição de conhecimentos e de novas aprendizagens.
A educação visa dotar-nos das ferramentas necessárias e adequadas à vida em sociedade, ao desenvolvimento de novas competências, à aquisição de conhecimentos inovadores e ao potenciamento de melhorias comportamentais.
O Direito do Trabalho ocupa invariavelmente a agenda mediática. Estamos habituados a ouvir falar deste ramo do Direito Privado como centro da vida portuguesa por um vasto conjunto de razões. A mais importante delas é a que se prende com a Igualdade de Oportunidades e que decorre do Código do Trabalho de 2009[1] e posteriores alterações em 2015.
Edgar Morin disse que “A educação deve ser um despertar para a filosofia, para a literatura, para a música, para as artes. É isso que preenche a vida. Esse é o seu verdadeiro papel". Referia-se em concreto ao papel que a educação desempenha ou deveria desempenhar no crescimento das crianças.
Há uma questão pertinente que devemos colocar a nós próprios, enquanto membros duma comunidade, que queremos que seja colaborativa onde todos colaboram e têm o propósito de colaborar, que se prende com a relevância que queremos dar à educação enquanto motor propulsor do crescimento económico e do desenvolvimento sustentável.
Quando pensamos na Ciência achamos que só uma elite é que pode e deve ter acesso a esta quando é precisamente o oposto.
No passado mês de fevereiro, o Banco Mundial publicou o Relatório “Women, Business and the Law”[1], que é o sétimos dum conjunto de estudos semelhantes que tem como objetivo analisar as leis e os regulamentos em 190 países e o impacto nas oportunidades económicas das mulheres.
