B2E CoLAB lidera estudo sobre valorização de restos de pescado subaproveitados
O laboratório de Matosinhos vai liderar um estudo na área da biotecnologia azul que pretende valorizar partes de pescado que não são aproveitadas.
O B2E – Blue Bioeconomy CoLAB vai estar à frente de um estudo, que vai decorrer até ao final do ano, que visa valorizar partes do pescado desaproveitadas, para identificar recursos existentes, lacunas, constrangimentos e novas oportunidades.
À Lusa, o laboratório explicou que foram desafiados pelo Programa de Assistência Técnica do Portugal2030, e que decidiram trabalhar a “necessidade” de desenvolver “uma taxonomia, um modelo de avaliação, das tecnologias” que seja económica e tecnológica, pesquisando uma forma mais precisa de classificar e organizar atividades do setor da biotecnologia azul.
Marta Santos, gestora de transferência de conhecimento do B2E CoLAB, explicou também à agência noticiosa, que se propõem a fazer um diagnóstico, no nosso caso dentro da nossa área, empregar metodologia de biotecnologia azul, usando um caso de estudo, que acaba por ser a valorização de coprodutos marinhos, com restos de pescado subaproveitados, e mapear o que existe em Portugal, para (…) conseguir, no final, caracterizar e organizar aqui a área da biotecnologia azul, para que fiquem definidas as atividades, os indicadores fundamentais para medir o impacto, definir prioridades e financiar com mais critério”.
No final do ano, quando este projeto estiver concluído, com base em estudos de caso europeus já identificados, em vários países, será apresentado um documento, um “policy brief”, com as conclusões quanto a orientações para o setor.








