Reduzir o peso fiscal e burocrático, de forma a permitir à economia portuguesa competir e contribuir para acelerar o crescimento económico ao investir no talento e na tecnologia, numa era marcada por enormes desafios geopolíticos, digitais e energéticos.
Tecnológicas suecas manifestam-se contra o sistema fiscal do país, que tributa as opções de compra de ações da própria empresa atribuídas aos gestores com taxas até 67%. A saída de talentos já se faz sentir em empresas como a Klarna AB, um dos unicórnios tecnológicos da Europa.







