Ser direto não dá licença para ser descuidado. Fala-se muito da importância de líderes assertivos. E ainda bem. Organizações precisam de clareza. Equipas precisam de direção. Pessoas precisam de saber onde estão, o que se espera delas e que decisões foram tomadas.
Compreender o contexto das pessoas não significa abdicar da responsabilidade. Há uma confusão perigosa em muitas organizações: chamar empatia ao que, muitas vezes, é apenas desconforto em liderar.
No fim de semana, podei a minha romãzeira. Ficou mais “pobre” à vista: menos ramos, menos volume, mais espaço. No meio dos ramos, um detalhe: um ninho vazio. Um ciclo completo, deixado para trás sem drama.
Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.
Já vi este filme vezes suficientes para reconhecer o guião cedo: sala cheia, energia alta, slides impecáveis, uma narrativa ambiciosa sobre o futuro. Há frases fortes, há alinhamento aparente, há até aquela sensação coletiva de “agora é que é”. E depois… passa o tempo.
Vivemos numa era em que a única constante é a mudança. As organizações enfrentam um ambiente cada vez mais volátil, onde crises económicas, avanços tecnológicos, tensões geopolíticas e novas expectativas sociais coexistem e se influenciam mutuamente.
Estamos a assistir ao nascimento de uma nova geração de empresas. PME que não apenas utilizam inteligência artificial, elas nascem com ela no seu ADN.
A inovação é essencial para o crescimento, sustentabilidade e relevância de qualquer empresa, mas nem todas as empresas inovam da mesma forma.
"When one teaches, two learn." Esta simples mas poderosa frase encapsula uma verdade fundamental sobre o processo de aprendizagem: ao partilharmos o que sabemos, não só enriquecemos os outros, mas também aprofundamos o nosso próprio entendimento.
Portugal vence, pela primeira vez, a fase internacional do Concurso de Estudantes de Arquitetura Saint-Gobain com o projeto Sieni Park dos alunos Francisco Peneda Ferreira, Pedro Tiago Gaspar e João Pedro Henriques da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.
O final do mês de maio foi prolífero em compras e vendas. A Artsana, que detém a Chicco e a Prénatal, comprou a Toys'R'Us ibérica. Já a portuguesa Rovensa anunciou a aquisição da mexicana Cosmocel. A Saint-Gobain decidiu acelerar o crescimento em Portugal com a compra da Fibroplac e da Falper.








