Mundialmente conhecido como o maior campus para start-ups, a Station F de Paris recebe 3000 espaços de trabalho para empresas tecnológicas das mais diversas áreas de atuação.
Microsoft compra a start-up canadiana Maluuba, que se dedica ao processamento de linguagem natural na área da inteligência artificial e da criação de computadores capazes de raciocinar.
Gas Natural Fenosa emitiu obrigações de 1 000 milhões a 10 anos com procura elevada e juros de 1.375%, sendo que 97% desta foi realizada entre investidores estrangeiros.
Se colocarmos de lado o que pensamos de Trump como homem (vaidade e egoísmo) ou mesmo algumas das suas loucas políticas (construir muros e quebrar acordos), temos de admitir que, desde que venceu as eleições nos EUA, o mercado bolsista atingiu recordes, com o mercado mundial a seguir com confiança em alta nos negócios.
Daymond John dispensa apresentações. Fundador da Fubu e um dos “sharks” mais conhecidos da edição norte-americana do Shark Tank, partilha neste livro ensinamentos de quem começou nos negócios com muito pouco dinheiro e de como isso pode ser uma vantagem.
Volvo anuncia parceria com outras fabricantes de carros com vista à criação de uma unidade de negócio dedicada à partilha de carros.
Central de Cervejas lança nova cidra que ‘fala’ português, numa receita desenvolvida em exclusivo para o mercado nacional.
Chic by Choice é um nome que muito já deu que falar. Por trás da start-up portuguesa de aluguer de vestidos de luxo, estão duas jovens mulheres que, em três anos, colocaram a marca na boca do mundo e que já arrecadaram o prémio de melhor start-up de moda pela The Europas em 2016.
Katherine Hague, fundadora do Female Funders, e outras três experientes investidoras partilharam conselhos para ajudar mulheres que estão à procura do seu primeiro investimento enquanto business angels.
O final do ano foi fértil em bons negócios. Por isso, neste mês, falamos-lhe de três negócios, em vez de apenas um.
O fundador do eBay, Pierre Omidyar, e o cofundador do LinkedIn, Reid Hoffman, entre outros, acabam de criar um novo fundo de 27 milhões de dólares (cerca de 25,6 milhões de euros), com o objetivo de promover a investigação sobre inteligência artificial no domínio público.
A Porbio pretende produzir e desenvolver produtos biológicos, tendo como base o dióspiro e cinco plantas. Chá, vinagre, celulose bacteriana, licor, aguardente, seiva de plantas e gás carbónico são alguns dos produtos propostos.

















