No CEO Outlook 2025 a tecnologia afirma-se como motor de crescimento, mas a escassez de talento e a necessidade de governação estão a travar o ritmo de adoção da IA nas empresas portuguesas.
Os agentes autónomos de IA representam a próxima evolução significativa na inteligência artificial. São agentes que vão além da simples interação verbal ou textual e que utilizam a IA para raciocinar, planear e concluir tarefas em conjunto com – ou em nome de – humanos.
Uma reflexão de Adolfo Mesquita Nunes sobre a forma como a inteligência artificial está a transformar as democracias ocidentais e a incentivar extremismos e populismos.
Vamos esclarecer uma coisa: as Relações Públicas (RP) nunca estiveram mortas. Mas estão a viver um verdadeiro momento de renascimento — e desta vez, impulsionadas pela inteligência artificial, pela relevância nas pesquisas e por uma descoberta exponencial.
Entrevista/ “A inovação está a deixar de ser periférica para ser o centro da estratégia das empresas”
"Faltam-nos perfis altamente especializados em inteligência artificial, cibersegurança e engenharia de dados, mas também competências de gestão de inovação, capazes de transformar boas ideias em projetos de valor", afirma António Valente, Country Manager da Ayming em Portugal.
Numa era em que a tecnologia e as emoções humanas se entrelaçam, a Inteligência Artificial (IA) surge na linha da frente da revolução das dinâmicas de liderança. Esta sinergia não só reforça as práticas tradicionais de liderança como também abre caminho para abordagens inovadoras na comunicação e no feedback.
A start-up Opvance venceu a iniciativa Hospital Innovation Challenge com uma solução desenvolvida para o Hospital de Rennes, em França. A sua tecnologia permite aos hospitais explorar de forma segura o valor dos seus dados clínicos e modelos de Inteligência Artificial.
"Fundei a empresa com 1000 euros", revelou Rafael Guerreiro o jovem empreendedor de Loulé que aos 16 anos saiu da escola para dar os primeiros passos no empreendedorismo. Agora, lidera a Sentrion, que fundou há um ano e, aos 24 anos, traça novas metas profissionais e equaciona uma ronda de investimento. Leia a entrevista.
Start-up britânica de IA está a reforçar a sua expansão no mercado português com novas contratações. Lisboa é cada vez mais um hub estratégico, assegura a Zango.
Hoje, enquanto me preparava para escrever este artigo, o meu cérebro parecia não colaborar e deparei-me com o dilema da folha em branco. Ainda me ocorreu que "com a prompt certa poderia pedir ajuda ao ChatGPT e deixar que a magia acontecesse".
"Globalmente, 95% das organizações já investem em inteligência artificial, mas apenas 54% reportam retorno positivo, sinal de que, apesar do entusiasmo, a maturidade tecnológica ainda é desigual", revela Hugo Balseiro, Consult Partner da Kyndryl, que considera que existe falta de "talento híbrido", ou seja, profissionais que combinem literacia tecnológica, pensamento crítico e visão de negócio.
A revolução já começou — e poucos parecem verdadeiramente preparados para ela. A Inteligência Artificial (IA) não é apenas mais uma tecnologia emergente: é a força que está a reescrever, em tempo real, as regras do marketing contemporâneo.

















