“Será possível um acordo global sobre desafios globais?”. A questão é debatida por A. C. Grayling neste livro onde aborda os três desafios mais urgentes que o mundo enfrenta: alterações climáticas, tecnologia e justiça.
Estão abertas as candidaturas para a 4.ª edição do Prémio Gulbenkian para a Humanidade, instituído pela fundação com o propósito de distinguir pessoas ou organizações de todo o mundo que se têm evidenciado no combate à crise climática. Em 2020, a iniciativa destacou a ativista sueca Greta Thunberg.
Atenas, Barcelona e Paris são três das cidades europeias que melhor se adaptaram às mudanças climáticas. Portugal também têm algumas cidades na análise feita pela Carbon Disclosure Project (CDP).
Relatório da Net Zero Insights revela que, este ano, assistiu-se à maior ronda de financiamento de sempre em tecnologia climática em Portugal. A Power Dot recebeu 150 milhões de euros, que representam 51,3% do investimento total em start-ups portuguesas.
A Contrarian Ventures, investidor de tecnologia climática com sede em Vilnius, lançou um fundo de 100 milhões de euros para start-ups early stage.
O uso da Inteligência Artificial é essencial para fazer face às alterações climáticas, defendem 87% dos líderes no relatório da Boston Consulting Group, que aponta os bens industriais, o setor público e o setor automóvel como as áreas com maior potencial para integrar esta tecnologia.
A 3.ª edição do Aquila Capital Transformation Award quer encontrar soluções que ajudem a resolver o problema das alterações climáticas. O prémio é de 20 mil euros.
Até dia 30 de setembro estão abertas as candidaturas para o EUCF, o Fundo da UE para cidades, que permite aos municípios com estratégias de ação climática receber financiamento para impulsionar a sua transição energética.
O gestor de ativos nórdico permite investir em empresas nas fases iniciais da transição energética. Também está disponível em Portugal.
Phillips 66, Valero Energy, Kinder Morgan e Marathon Petroleum são algumas das empresas que mais se destacam pela negativa no anúncio das metas climáticas, segundo especialistas da BloombergNEF.
Criar mudanças positivas no investimento direcionado para as mudanças climáticas é o foco do novo fundo Climate VC. 41 milhões de euros é o montante que prevê investir nos próximos três anos.
A ronda de investimento pre-seed que financiou a Connect Earth foi liderada pelo fundo português Mustard Seed Maze. O capital permitirá à start-up britânica de produtos amigos do ambiente ganhar tração e expandir a sua oferta de dados por toda a Europa e Estados Unidos
















