O protocolo em Portugal está vivo e de boa saúde, não é uma velharia obsoleta e inútil, uma relíquia do passado, um conjunto de formalidades e rituais anacrónicos.
O protocolo sempre existiu de forma incipiente desde que foi necessário ordenar documentos ou pessoas. Mas refinou-se com o andar dos tempos e a crescente complexificação da vida e da organização das sociedades.
Quando em 1997 decidi criar uma empresa de formação e consultoria na área do protocolo houve quem pensasse que eu fecharia as portas dentro de pouco tempo. Mas o certo é que 21 anos depois continuo em plena atividade.








