Um dos investidores mais bem-sucedidos de Wall Street, Mark Minervini, escreve sobre os princípios necessários para investir com sucesso.
Entrevista/ “Só quem não toma decisões não erra”
A ParaRede marcou uma época. Na viragem para o novo milénio, a empresa esteve no centro de profundas alterações tecnológicas que marcaram Portugal. João Pereira, que participou na IPO da ParaRede, em 1999, acaba de lançar um livro, onde desvenda os bastidores da empresa, que foi a primeira tecnológica portuguesa a ser cotada numa bolsa de valores.
Instalada em Portugal há pouco mais de um mês, a multinacional brasileira de tecnologia VTEX espera que a faixa de preço inicial da oferta pública esteja entre os 15 e 17 dólares (cerca de 12 a 14 euros) por ação ordinária de Classe A na bolsa de valores de Nova Iorque.
A popularidade dos ETFs entre a comunidade de investidores parece estar a aumentar. Um dos fortes apelos que este tipo de investimentos tem é o facto de oferecer uma forma económica de investir em ações específicas e classes de ativos como títulos e obrigações.
Depois da entrada da OutSystems e da Farfetch na bolsa e, mais recentemente, o anúncio da Science4you querer lançar uma Oferta Pública de Distribuição sobre ações representativas do seu capital, o entusiasmo aumenta para as start-ups que também querem atingir este estatuto. Saiba como funciona na Argentina quando se tem esta ambição.
O Spotify foi lançado há dez anos. Neste percurso fez parte da mudança radical nas receitas da indústria da música, tornou-se uma empresa pública e desbravou caminho às restantes start-ups europeias.
O unicórnio português sediado em Londres entregou documento para se inscrever na New York Stock Exchange.
Especulador há vários anos, Paulo Inácio está a lançar uma start-up vocacionada para o mercado financeiro. O projeto vai ser oficializado em 24 de julho e até lá procura investidores.













