"Nasci em Reno N'djaka, um bairro de Bissau onde a pobreza era financeira, mas a humanidade era bilionária. Se lá conseguíamos viver em paz entre Mesquitas e Igrejas, porque é que as grandes potências não conseguem? Este é um manifesto sobre como a obsessão pelo controlo global está a destruir o equilíbrio necessário para o crescimento das nossas empresas e o bem-estar do nosso "panier de la ménagère". Quando o ego geopolítico invade o meu business, a resposta é apenas uma: Mind your business, man! Deixem as nações em paz. Let the world breathe!"
A trajetória de um fundador é frequentemente pontuada por momentos de verdade, onde a capacidade de comunicar uma visão é posta à prova.
A política tradicional falha em dar respostas. E se a solução para as crises no mundo lusófono viesse de um sítio inesperado? Neste artigo, defendo que devemos gerir os nossos países como start-ups: com agilidade, foco no cidadão e coragem para inovar.
Enquanto interveniente ativo no desenvolvimento digital da África Ocidental, nomeadamente através do meu papel na ROPTIC (Rede das Organizações de Profissionais das Tecnologias da Informação e da Comunicação), tive a honra de animar um webinário crucial sobre o futuro da Inteligência Artificial (IA) na UEMOA.
A Inteligência Artificial está a transformar o mercado de trabalho a uma velocidade vertiginosa, com milhões de empregos em jogo. Este artigo de opinião não é mais um alarme, mas um guia prático: através de uma jornada real no setor tecnológico – desde o Turbo Pascal, BIG Data à Cloud e IA – descubra como a constante evolução exige mais do que competências técnicas.
A Guiné-Bissau é um país com um potencial económico significativo, mas que, na minha perspetiva, enfrenta desafios consideráveis que impedem o seu desenvolvimento pleno.







