Os projetos tecnológicos são os que atraem maior atenção dos business angels espanhóis.
A segunda edição do “Ignite Your Future” começa a 5 de abril no Fundão e visa proporcionar aos estudantes do ensino secundário e de outros cursos equivalentes desafios e exercícios no domínio das novas tecnologias.
Tendo em atenção a minha própria experiência e as histórias dos mais de 1500 empreendedores que, nos últimos 5 anos, participaram nos programas da Fábrica de Startups, identifiquei um conjunto de razões para o fracasso de um negócio, que aqui descrevo.
No que se refere aos países mais atrativos, a Espanha ocupa a sexta posição do ranking, mantendo assim o seu lugar no top dez dos países da Europa, Médio Oriente e África, segundo um estudo da CBRE.
Entrevista/ “Assusta-me o risco de implosão da Europa”
Portugal tem desempenhado um papel relevante na expansão de um setor que, ainda que permaneça tipicamente masculino, é liderado a nível europeu por uma mulher. Luísa Coutinho dirige a Federação Europeia de Soldadura, a entidade europeia responsável pela certificação de profissionais na área da soldadura, que está sediada em Portugal.
Lançámos um desafio ao Madan Parque – Parque de ciência e tecnologia localizado em Almada: eleger a start-up do mês. Conheça as razões da sua escolha que recaiu na Viva Superstars, que visa revolucionar a forma como as pessoas interagem com programas de televisão e eventos ao vivo, através de aplicações móveis.
Há uma pergunta que sempre me preocupou e a que sempre achei muito difícil responder. Qual é a vantagem de ser uma pessoa decente no trabalho?
O programa decorre entre 17 de maio e 28 de julho e tem como principal objetivo promover o empreendedorismo no norte de Portugal, através da criação de start-ups.
O projeto reúne num só local da internet quem pretende fornecer serviços e quem pretende contratá-los, tornando-se numa montra online.
O investimento estrangeiro direto em França está a crescer e nos níveis mais elevados dos últimos oito anos, com os investidores alemães a ocuparem o topo da lista.
De nada serviu o pedido de desculpas. Grandes empresas multinacionais como a Starbucks e a General Motors decidiram retirar os seus anúncios do YouTube. Outras como a PepsiCo e o Walmart optaram por rever os seus contratos de publicidade com o Google.
As notícias falsas têm sido título de jornal desde as eleições presidenciais norte-americanas, mas não foi aí que começaram. Já tinham sido previamente definidas na Wikipedia como “paródias apresentadas na forma de jornalismo tradicional e chamadas de sátira devido ao seu conteúdo”, mas, com a prevalência das redes sociais, como o Facebook, e a democratização da palavra, as notícias falsas assumiram um teor mais perverso.

















